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Nando



Fernando Vital Barros  
Nascimento: 19/10/1965
Recife-PE
Posição: Centroavante
Altura: 1,79 m
Peso: 74 kg
Estreia: Internacional 1x3 Grêmio (28/05/1989)
Última partidas: Criciúma 0x0 Grêmio (02/06/1991)
Jogos/gols: 49/11
Títulos: Copa do Brasil de Futebol (1989), Supercopa do Brasil (1990) e Campeonato Gaúcho (1989 e 1990).

    Fernando Vital Barros, mais conhecido no mundo do futebol como Nando Lambada, foi um centroavante que deixou sua marca com uma característica peculiar: a habilidade de marcar gols quase improváveis, compensando a técnica refinada com um faro de oportunismo aguçado. Sua comemoração icônica, dançando lambada, não só lhe rendeu o apelido, mas também se tornou um símbolo de sua alegria e espontaneidade em campo.
    Nascido para o futebol pernambucano, Nando Lambada viveu seus anos de glória inicial no Sport Recife, onde atuou entre 1986 e 1988. Foi nesse período que ele começou a demonstrar seu potencial, culminando em um gol memorável em 1988, quando, de cabeça, superou o renomado goleiro Taffarel, selando a vitória do Sport. A cada bola na rede, a lambada virava sua marca registrada, contagiando a torcida.
    O talento de Nando não passou despercebido, e em 1989, o Grêmio o buscou para integrar seu elenco. No tricolor gaúcho, Nando chegou em um período de conquistas, celebrando os títulos do Campeonato Gaúcho e da Primeira Copa do Brasil logo em seu primeiro ano. A sequência vitoriosa continuou em 1990, com mais um Campeonato Gaúcho e o título de Supercampeão do Brasil, consolidando sua trajetória de sucesso no clube.
    Em uma vitória expressiva por 6 a 1 sobre o Coritiba, Nando marcou dois gols, e claro, comemorou com sua inconfundível lambada, mostrando sua alegria.
Particiou de dois clássicos Gre-Nal, um dos confrontos mais acirrados do futebol brasileiro. Em 28 de maio de 1989, o Grêmio de Nando venceu o Internacional por 3 a 1 no Beira-Rio, mas em 29 de novembro do mesmo ano, sofreu uma derrota por 2 a 0, também no estádio colorado.
Nando teve uma breve passagem por empréstimo pela Internacional de Limeira no segundo semestre de 1990, disputando o Campeonato Brasileiro. 
Em 1991, Nando Lambada retornou ao Grêmio, mas sua segunda passagem durou apenas o primeiro semestre.  
    Após sua saída do Grêmio, Nando Lambada seguiu sua jornada pelo futebol nordestino. Em 1992, defendeu as cores do Santa Cruz, em Recife, e do Fortaleza. Anos depois, em 1994, ele fez uma nova incursão pelo futebol gaúcho, atuando pelo Aimoré, de São Leopoldo.
    Nando Lambada, com sua personalidade vibrante e seu estilo de jogo único, oportunismo e sua paixão pelo gol, celebrada com uma dança que virou sua marca registrada, garantiram-lhe um lugar na memória dos torcedores. 
    Ele foi a prova de que, por vezes, a técnica pode ser superada pela astúcia, pela alegria e, claro, por uma boa dose de lambada.



Lino


Joselino Martins de Jesus
Nascimento: 07/12/1957
Salvador-BA
Posição: Meia
Altura: 1,76 m
Peso: 72 kg
Jogos/gols: 55/3
Estreia: Grêmio 1x1 Caxias (18/05/1989)
Última partida: Sul Brasileiro (Osório-RS) 1x5 Grêmio (07/07/1990)
Títulos: Copa do Brasil (1989), Supercopa do Brasil (1990) e Campeonato Gaúcho (1989 e 1990).

    Lino é um ex-meia baiano que se notabilizou como um meio-campista moderno, capaz de marcar, organizar o jogo e ainda aparecer com frequência na área adversária. Ao longo da carreira, construiu a fama de jogador técnico, com bom passe e desarme, acumulando títulos estaduais e nacionais por diferentes clubes.​
    Revelado pelo Ypiranga-BA em 1976, Lino rapidamente chamou a atenção de clubes maiores pelo estilo combativo aliado à qualidade na armação das jogadas. Ainda jovem, passou por equipes como Flamengo, Atlético Mineiro, Goytacaz, Al-Nassr, Gama, Americano-RJ, Athletico Paranaense, Santos e Palmeiras.​
    Em 1989, Lino foi contratado pelo Grêmio, levando para Porto Alegre a experiência acumulada em grandes centros e campeonatos competitivos. Logo em sua segunda partida pelo clube, marcou um dos gols da vitória por 4 a 0 sobre o Pelotas, em Pelotas, demonstrando rapidamente sua utilidade ao time tricolor.​
    A passagem de Lino pelo Grêmio foi marcada por conquistas importantes em sequência. Um mês após sua chegada, ele foi campeão gaúcho de 1989 e, em setembro, da histórica conquista da primeira Copa do Brasil da história, vencida de forma invicta. Em 1990, ajudou ainda a garantir o Hexa-Gaúcho (seu segundo título estadual pelo Tricolor) e a inédita Supercopa do Brasil, cujo troféu só foi entregue em 2025, quando a CBF fez uma reparação histórica.​
    Embora tenha disputado apenas dois Gre-Nais, Lino teve ótimo aproveitamento no clássico. Foram uma vitória e um empate, com 66,67% de aproveitamento, três gols marcados pelo Grêmio e apenas um sofrido com ele em campo. Sua estreia no clássico ocorreu em 28 de maio de 1989, na vitória por 3 a 1 no Beira-Rio.​ O último Gre-Nal de Lino foi especialmente marcante: Em 18 de junho de 1989, após empate em 0 a 0 no tempo normal, o Grêmio venceu o rival por 4 a 3 nos pênaltis, e Lino converteu a terceira cobrança, contribuindo diretamente para a conquista do Campeonato Gaúcho daquele ano, no Estádio Olímpico.​
    Além dos feitos pelo Grêmio, Lino conquistou títulos estaduais por diferentes clubes, reforçando a imagem de jogador que frequentemente integrava elencos vencedores. Após a passagem pelo Tricolor, seguiu atuando por Vitória, União São João e Tupã-SP, encerrando a carreira como um jogador respeitado pela regularidade, liderança em campo e capacidade de decisão em momentos importantes.


Jandir


Jandir Bugs
Nascimento: 09/01/1961
Tenente Portela-RS
Altura: 1,75 m
Peso: 76 kg
Posição: Volante
Estreia: Glória 1x2 Grêmio (30/04/1989)
Última partida: Internacional 0x0 Grêmio (23/12/1992)
Jogos/gols: 160/7
Títulos: Campeonato Gaúcho (1989 e 1990). Supercopa do Brasil (1990) e Copa do Brasil - Invicto (1989).

    Revelado nas categorias de base do Internacional como meia habilidoso, Jandir rapidamente chamou atenção pela combinação pouco comum entre qualidade técnica e potência física. Raçudo, excelente marcador e protetor da zaga, ele se transformaria em um volante moderno para a sua época, daqueles que desarmam e sabem jogar com a bola nos pés. Ainda jovem, deixou Porto Alegre rumo ao Rio de Janeiro, onde sua carreira ganharia projeção nacional.
    Em 1982, Jandir foi contratado pelo Fluminense e, nas Laranjeiras, consolidou-se como um dos grandes volantes do futebol brasileiro em meados dos anos 1980. Entre 1984 e 1985, ganhou espaço a ponto de ser convocado para a Seleção Brasileira, coroando a fase técnica e física que vivia. Pelo clube carioca, empilhou conquistas: foi tricampeão carioca em 1983, 1984 e 1985, além de campeão brasileiro em 1984, integrando uma geração marcante do Tricolor das Laranjeiras.
    Em 1989 Jandir acertou com o Grêmio. Em Porto Alegre, trocou o lado da rivalidade e venceu títulos relevantes: conquistou a Copa do Brasil de 1989 de forma invicta, a Supercopa do Brasil em 1990 e os Campeonatos Gaúchos de 1989 e 1990, sendo peça importante na proteção da defesa gremista. 
    Disputou 16 Gre-Nais pelo Grêmio (6 vitórias, 7 empates e 3 derrotas), com aproveitamento de 52.08%. Com ele em campo, foram 17 gols a favor (2 marcados por ele) e 10 gols sofridos. Estreou no Clássico pelo Grêmio em 28 de maio de 1989 (3x1 para o Grêmio no Beira-Rio). Logo na sua estreia Jandir marcou contra o clube da sua juventude. Seu segundo gol pelo Grêmio em Gre-Nais foi em 14 de junho de 1992 na vitória por 2x0 no Estádio Olímpico pela Taça RBS, numa série de 3 partidas contra o Interncional (os outros 2 jogos foram 0x0, um no Beira-Rio, outro em Erechim. Seu último clássico foi em 23 de dezembro de 1992 (0x0 no Beira-Rio).
    No ano de 1993 foi para o Internacional e, no ano seguinte, retornou ao Fluminense. Encerraria a carreira em 1996, defendendo o Tubarão-SC. Hoje radicado em Porto Alegre, Jandir segue ligado ao futebol, trabalhando na revelação de jovens atletas e transmitindo a nova geração a mesma entrega que marcou sua trajetória em campo.
     Fez 4 jogos pela Seleção Brasileira entre 1984 e 1985 contra Argentina, Uruguai, Colômbia e Chile, todos eles jogos amistosos.



Edinho

 


Edino Nazareth Filho
Nascimento: 05/06/1955
Rio de Janeiro-RJ
Altura:1,80m
Peso: 75kg
Posição: Zagueiro
Estreia: Glória x Grêmio (30/04/1989)
Última partida: Boca Juniors 2x0 Grêmio (16/11/1989)
Jogos/gols: 35/4
Títulos: Campeonato Gaúcho e Copa do Brasil (1989)

       Edinho, um ótimo zagueiro, de vigor físico e raça. Se entregava em todos os jogos, sempre saindo com a bola dominada nos pés, em arrancadas que levavam seu time ao contra-ataque. Foi revelado pelo Fluminense em 1975. 
       Excelente batedor de faltas, foi o autor do gol que deu o título do Campeonato Carioca de 1980, na final contra o Vasco da Gama. Após 5 anos na base mais 7 anos como profissional do time carioca, foi para a Udinese em 1982, onde permaneceu até 1987 quando voltou ao Brasil, desta vez para jogar no Flamengo. Em 1988 retornou ao Fluminense onde atuou até 1989, ano em que chegou ao Grêmio.
       Foi o capitão da conquista da inédita Copa do Brasil, conquistada de forma invicta pelo Grêmio, num time que ainda contava com o Campeão Mundial Mazaropi, Cuca e a jovem revelação Assis. O fato de Edinho ter sido o capitão, garantiu a ele fazer parte da Calçada da Fama. A homenagem foi concedida em 1996. 
       Sua estreia pelo Grêmio foi no dia 30/04/1989 na vitória do Grêmio sobre o Glória em Vacaria. Edinho venceu o Campeonato Gaúcho (o penta daquela série do hexa) e também a Copa do Brasil (ambos em 1989). Fez 35 jogos pelo Grêmio, marcando 4 gols. Disputou apenas 1 Gre-Nal, dia 18/06/1989 no empate em 0x0 no Estádio Olímpico. Seu último jogo pelo Grêmio foi na derrota para o Boca Juniors por 2x0 em 16/11/1989.
       Na Seleção Principal, disputou as Copas do Mundo de 1978, 82 e 86. Encerrou sua carreira na Seleção após a derrota para a França na Copa de 1986, totalizando 87 partidas com a camisa do Brasil, das quais 28 foram pela Seleção Olímpica, e 59 pela Seleção Principal, onde marcou 3 gols. Foi medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos da Cidade do México em 1975.
Pelo Fluminense foi campeão carioca em 1975, 1976 e 1980. Taça Guanabara 1975, Viña del Mar (1976), Teresa Herrera (1977), entre outros títulos.
       Pela Udinese conquistou o Torneio Quadrangular de Udine (1983). Pelo Flamengo, foi campeão brasileiro em 1987, Copa Kirin e Troféu Colombino (1988), entre outros.
Foi Bola de Prata da Revista PLACAR em 1982.


       Depois de ser campeão pelo Grêmio em 1989, Edinho ainda atuou pelo Toronto Blizzard (Canadá), onde encerrou a carreira de jogador em 1991.
Sua carreira de técnico começou ainda em 1991 treinando o Fluminense, clube onde começou sua jornada aos 13 anos em 1969.
       Edinho foi técnico de diversos clubes brasileiros (Fluminense, Botafogo, Flamengo, Goiás, Bahia, Vitória, entre outros). Também teve uma passagem pelo Marítimo, de Portugal.
       Em 1998 foi técnico do Grêmio. Foi uma breve passagem, apenas 2 meses e 9 jogos. Sua estreia foi dia 03/06/1998 no empate de 1x1 com o Vasco no Olímpico e seu último jogo foi na derrota para o Atlético-MG por 3x2 em 02/08/1998.
       Após ser jogador, treinador e comentarista, Edinho passou a atuar na área administrativa de futebol. Atualmente, o "eterno atleta" como ele se auto denomina, tem se aventurado como ciclista. Até a primeira quinzena de dezembro de 2023, o ex-zagueiro já somava mais de 400 horas pedalando e quase 6.500 km rodados no ano.

Hélcio

 


Hélcio de Lima Scardanzan
Nascimento: 05/05/1964
Lapa-PR
Posição: Lateral Esquerdo
Altura: 1,72 m
Peso: 71 kg
Jogos/gols: 107/0
Estreia: Glória 1x2 Grêmio (30/04/1989)
Última partida: Juventude 1x1 Grêmio (14/07/1991)
Títulos: Campeonato Gaúcho (1989 e 1990), Supercopa do Brasil (1990) e Copa do Brasil (1990).

    Hélcio foi um lateral-esquerdo formado no Coritiba, clube em que iniciou a carreira profissional em 1984. Em 1985 foi Campeão Brasileiro pelo Coxa. No ano de 1986 Hélcio disputou o Campeonato Sul-Americano Extra pela Seleção Brasileira. Foram duas partidas: 1x1 com a Colômbia (derrota por 4x3 nos pênaltis) e vitória de 1x0 sobre o Chile (os donos da casa), resultado que garantiu a medalha de bronze para o Brasil. Depois de alguns anos no futebol paranaense, passou pelo Guarani em 1988.​
    Em 1989, chegou ao Grêmio e conquistou, naquele ano, o Campeonato Gaúcho e a Copa do Brasil, esta de forma invicta. Em 1990, permaneceu no grupo campeão gaúcho – garantindo o hexa estadual – e da Supercopa do Brasil. 
    Nos Gre-Nais, disputou 7 clássicos, com 4 vitórias, 1 empate e 2 derrotas, com saldo de 9 gols a favor e 4 sofridos com ele em campo. Sua estreia no clássico foi em 28 de maio de 1989, na vitória por 3 a 1 no Beira-Rio, e o último Gre-Nal em 26 de agosto de 1990, triunfo por 1 a 0, também no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro. Hélcio permaneceu no Grêmio até 1991.​
    Após sair do clube gaúcho, seguiu carreira em equipes de diferentes centros, como Paysandu, Náutico Botafogo-SP, Glória de Vacaria e Brasil de Pelotas. 
    Hélcio é formado em Educação Física pela Universidade Tuiuti do Paraná. Foi treinador das categorias mirim e pré-infantil do Coritiba, além de acumular experiência em várias escolinhas de futebol. Também trabalhou como professor de Futebol no Colégio Medianeira em Curitiba.





Paulo Egídio


Paulo Egídio Bertollazzi
Nascimento: 10/02/1964
Pradópolis-SP
Posição: Ponteiro-esquerdo
Altura: 1,68 m
Peso: 71 kg
Estreia: Grêmio 2x1 Esportivo (02/04/1989)
Última partidas: Grêmio 0x2 Tabajara-Guaíba (25/09/1991)
Jogos/gols: 109/30
Títulos: Copa do Brasil de Futebol (1989), Supercopa do Brasil (1990) e Campeonato Gaúcho (1989 e 1990).

    Paulo Egídio foi um ótimo ponteiro-esquerdo. Driblava com facilidade e cruzava com muita qualidade. Tinha facilidade em marcar gols. Tinha muita técnica e velocidade.
Foi descoberto nos campos amadores de sua cidade natal. Ele chamou a atenção do saudoso Antônio Della Rosa e Gerepi e foi convidado a participar de uma avaliação para integrar as categorias de base do Botafogo-SP.
    Aos 14 anos, foi aprovado e integrou o elenco do juvenil B botafoguense. Em 1982 foi destaque na Copa São Paulo, onde o Botafogo foi vice-campeão e Paulo Egídio foi eleito o melhor jogador do torneio. Teve convocações pela Seleção Brasileira de base. 
    O ponta foi contratado pelo Corinthians em 1983. Lá foi destaque e em seguida foi para o Vasco, depois para a Ponte Preta e de Campinas foi para o Joinville. Após foi para Portugal e de lá veio para o Grêmio em março de 1989. Paulo Egídio foi um dos destaques do Grêmio, Campeão da Copa do Brasil (1989), Campeão Gaúcho (1989 e 1990) e Supercampeão do Brasil (1990). 
    Disputou 9 Gre-Nais (5 vitórias, 1 empate e 3 derrotas), com um aproveitamento de 59.26%. Com ele em campo, foram 11 gols a favor (3 marcados por ele) e 7 gols sofridos. Estreou no Clássico em 28 de maio de 1989 (vitória por 3x1 no Beira-Rio). Nesta vitória ele marcou o terceiro gol do Grêmio na partida. Seu último clássico foi em 22 de setembro de 1991 (2x1 para o Grêmio no Estádio Olímpico).
    No Gre-Nal de 29/07/1990 Paulo Egídio marcou o seu gol na goleada por 4x1 que decretou o Hexa-Campeonato Gaúcho daquele ano.
Entre os 30 gols que Paulo Egídio marcou com a camisa do Grêmio, um outro tento foi marcante: em 01/11/1989 o Grêmio aplicou 3x0 sobre o Estudiantes na Argentina. Ele abriu o placar aos 37 minutos do primeiro tempo. 
    Atuou também no Mogi Mirim-SP, Boavista de Portugal, Atlético Mineiro, Francana-SP, mais uma vez Botafogo de Ribeirão Preto, encerrando a carreira na equipe do Cidreira, clube do litoral gaúcho. Foi treinador no Cidreira e em outros clubes do interior de São Paulo. Foi convocado para a seleção brasileira, pelo técnico Falcão em 1990 e participou na partida Brasil 0x3 Espanha, um amistoso disputado em 12/09/1990, Paulo Egídio entrou no lugar de Charles (que posteriormente viria jogar pelo Grêmio). 
    Paulo Egídio foi secretário de esportes e atualmente é dono de um supermercado na cidade de Dumont, no interior de São Paulo.