Além do Grêmio, Luís Mário teve passagens por clubes como Remo, Corinthians, Anyang (Coreia do Sul), Coritiba, Vitória de Guimarães (Portugal), St. Gallen (Suíça), Atlético-MG, Ponte Preta, Botafogo, entre outros. Teve destaque também pelo Corinthians, figurando em campeonatos importantes como o Brasileiro de 1999, o Paulista de 1999 e a Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2000.
Luís Mário
Além do Grêmio, Luís Mário teve passagens por clubes como Remo, Corinthians, Anyang (Coreia do Sul), Coritiba, Vitória de Guimarães (Portugal), St. Gallen (Suíça), Atlético-MG, Ponte Preta, Botafogo, entre outros. Teve destaque também pelo Corinthians, figurando em campeonatos importantes como o Brasileiro de 1999, o Paulista de 1999 e a Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2000.
Warley
Warley Silva dos Santos
Nascimento: 13/02/1978
Brasília-DF
Posição: Atacante
Altura: 1,81 m
Peso: 78 kg
Estreia: Coritiba 1x2 Grêmio (30/09/2000)
Última partida: Grêmio 2 x 2 Corinthians (10/06/2001)
Jogos/Gols: 41/13
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001)
Warley começou sua carreira no Coritiba. Jogou também por Athletico Paranaense, São Paulo e Udinese. Em setembro de 2000 fez sua estreia pelo Grêmio, justamente contra seu primeiro clube, o Coritiba.
Na sua segunda partida pelo Imortal, Warley marcou o gol do empate em 1x1 com o São Paulo no Morumbi.
Seu terceiro jogo foi justamente um Gre-Nal, no estádio Beira-Rio. Vitória de 2x1 do Grêmio com outro gol deste novo artilheiro do Grêmio. Ele fez o gol aos 36 minutos do segundo tempo decretando a vitória sobre o rival, o Gre-Nal do "Placar Eletrônico". Warley foi cotado com nota 8 pelo jornal Zero Hora na edição do dia seguinte ao Clássico.
Warley continuou marcando muitos gols e gols decisivos para o Grêmio, como por exemplo: Nas 2 partidas contra o Coritiba pela Copa Sul-Minas, na vitória por 2x1 sobre o São Paulo e nos 3x1 sobre o Coritiba novamente, desta vez pelos jogos que levaram o Grêmio à final da Copa do Brasil e ao título.
O Atacante conquistou o Campeonato Gaúcho e a Copa do Brasil pelo Tricolor em 2001.
Disputou 3 Gre-Nais (2 vitórias e 1 empate), com um aproveitamento de 77.78%. Com ele em campo, foram 6 gols a favor (1 marcado por ele) e 3 gols sofridos. Estreou no Clássico em 7 de outubro de 2000 (vitória do Grêmio por 2x1 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 13 de maio de 2001 um 0x0 também no Beira-Rio.
Depois do Grêmio atuou em clubes como: São Caetano, Palmeiras, Brasiliense, Náutico, ABC, Madureira, Villa Nova-MG, Treze, Campinense, Botafogo-PB, Ríver-PI e Botafogo-PB.
Warley teve algumas convocações para a Seleção Brasileira entre 1997 e 2000.
Pelo Atlético Paranaense, conquistou o Campeonato Paranaense de 1998, e em 2000 integrou a Seleção Brasileira que disputou o Pré-Olímpico Sul-Americano Sub-23. Venceu o Campeonato Paulista de 2004 pelo São Caetano. Venceu o Campeonato Brasiliense de 2007 pelo Brasiliense, o Campeonato Paraibano de 2011 pelo Treze e o de 2012 pelo Campinense. Foi campeão paraibano em 2013 e 2017 e conquistou ainda o Campeonato Brasileiro Série D de 2013 pelo Botafogo-PB. Foi artilheiro do Paraibano em 2012, com 22 gols, e em 2013 com 14 tentos.
Depois de encerrar sua carreira de jogador passou a ser treinador.
Zé Alcino
Nascimento: 08/06/1974
São Borja-RS
Altura:1,79m
Peso: 79kg
Posição: Atacante
Rodrigo Gral
Nascimento: (21/02/1977)
Chapecó-SC
Posição: Atacante
Altura: 1,76 m
Peso: 70 kg
Estreia: Grêmio 2 x 1 Guarani (10/09/1995)
Última partida: Inter de Santa Maria 0 x 4 Grêmio (23/01/2002)
Jogos/gols: 127/13
Títulos: Campeonato Brasileiro (1996), Copa do Brasil (1997), Campeonato Gaúcho (1996 e 1999), Recopa Sul-Americana (1996), Troféu Colombino (1997) e Copa Sul (1999).
Iniciou na base do Inter em 1990, porém na categoria 1979, embora tenha nascido em 1977 (esta situação só foi identificada posteriormente). Em 1994 foi para a base do Grêmio. Sua estreia no time profissional, no entanto foi em 1995.
Foi titular na partida final do Grêmio contra o Flamengo no 2x2 que deu o Tri-INVICTO da Copa do Brasil para o Tricolor em pleno Maracanã em 1997. Ainda neste mesmo ano, Rodrigo Gral marcou um dos gols da vitória por 4x2 contra o Sevilla que levou o Grêmio a conquistar o Troféu Colombino. Estava no grupo que foi campeão da Recopa Sul-Americana em 1996 e da inédita Copa Sul em 1999.
Em 1998, foi jogar no Juventude (onde se sagrou campeão gaúcho sobre o Inter dentro do Beira-Rio). Em 1999 retornou ao Grêmio, saindo no final do ano seguinte para jogar no Flamengo. Após sua passagem pelo clube carioca, retornou mais uma vez ao Grêmio, em 2001.
Disputou 6 Gre-Nais (2 vitórias, 3 empates e 1 derrota), com um aproveitamento de 50%. Com ele em campo, foram 5 gols a favor e 3 gols sofridos. Estreou no Clássico em 23 de março de 1997 (0x0 no Olímpico) e seu último clássico foi em 25 de novembro de 1999 (empate em 1x1 no Beira-Rio pela Seletiva da Libertadores).
Rodrigo Gral foi um cigano no futebol, jogou por diversos clubes: Sport, Jubilo Iwata, Yokohama Marinos, Omiya Ardija, Al-Khor, Al-Sadd, Bahia, Santa Cruz, DPMM FC,
Chapecoense, Juventus de Seara, Gama, Concórdia, Djursland, Operário de Campo Grande e Igrejinha.
Além dos títulos conquistados pelo Grêmio, Rodrigo Gral conquistou outros tantos pelo Juventude, Flamengo, Júbilo Iwata, Al-Khor, Santa Cruz-PE, Juventus-SC, Gama e Operário-MS.
Gral tem mais de 500 gols na sua carreira, uma marca muito significativa. Teve convocações para a Seleção Brasileira de base (sub-20).
Paulo Nunes
Valdo
Siderópolis-SC
Posição: Meia/Atacante
Altura: 1,73 m
Peso: 67 kg
Estreia: Esportivo 0x0 Grêmio (19/06/1983)
Última partida: Juventude 2x0 Grêmio (29/06/2002)
Jogos/Gols: 270/41
Títulos: Campeonato Gaúcho de Futebol: 1985, 1986, 1987 e 1988.
Valdo Cândido de Oliveira Filho foi um meia clássico e habilidoso, revelado nas categorias de base do Figueirense e que se tornaria um dos grandes jogadores da história do Grêmio e da seleção brasileira.
Formado na base do Figueirense, Valdo chegou jovem ao Grêmio em 1983, ainda como uma aposta técnica para o meio-campo tricolor. Era um meia de estilo clássico, de muita habilidade, que chamava atenção pela qualidade no passe e pela inteligência tática.
Mesmo sem entrar em campo nas campanhas da Libertadores e do Mundial de 1983, integrou o grupo campeão e participou de nove partidas no Campeonato Gaúcho daquele ano, vivenciando o ambiente de um dos times mais vencedores da história do clube. A partir de 1985 assumiu a titularidade e tornou-se peça central na arrancada do Grêmio rumo à série do hexa estadual, conquistando os quatro primeiros títulos dessa sequência, entre 1985 e 1988.
Na segunda metade dos anos 80, Valdo viveu seu auge com a camisa gremista, participando de um ataque que em 1986 marcou impressionantes 170 gols na temporada, reflexo de um time ofensivo e tecnicamente refinado. Disputou 19 Gre-Nais, com 10 vitórias, 5 empates e 4 derrotas, participação que rende um aproveitamento superior a 60% nos clássicos, além de ter marcado três gols contra o maior rival.
Estreou no clássico em 30 de julho de 1983, em derrota por 1 a 0 no Estádio Olímpico, e fez seu último Gre-Nal em 19 de junho de 1988, em um 3 a 3, também no Olímpico. Ao longo de sua passagem, anotou mais de 40 gols pelo Grêmio, muitos deles decisivos em jogos importantes, consolidando-se como referência técnica de uma geração vencedora.
O destaque no Grêmio levou Valdo à seleção brasileira, integrando o elenco que disputou a Copa do Mundo de 1986, no México, e voltando a defender o país em competições como os Jogos Pan-Americanos de 1987, a Copa América de 1989 e a Copa do Mundo de 1990. Foi campeão da Copa América de 1989, título marcante na trajetória da seleção brasileira, ao lado de uma geração que recolocou o país no topo do continente. Valdo jogou cerca de 65 partidas pela seleção, marcando 6 gols.
No exterior, brilhou sobretudo pelo Benfica e pelo Paris Saint-Germain, conquistando duas edições da Primeira Liga portuguesa (1988–89 e 1990–91) e a Supertaça Cândido de Oliveira de 1989, além da Taça de Portugal de 1995–96 pelos encarnados. Pelo PSG, somou títulos da Ligue 1 (1993–94), de duas Copas da França (1992–93 e 1994–95) e da Copa da Liga Francesa de 1994–95, período em que também foi incluído na seleção do ano na Europa pelo prêmio Onze Mondial em 1993. Também jogou pelo Nagoya Grampus, do Japão.
De volta ao Brasil, Valdo defendeu clubes como Cruzeiro, Santos, Sport, Atlético Mineiro, Juventude, São Caetano e Botafogo, sempre oferecendo experiência, qualidade técnica e liderança ao meio-campo. Pelo Cruzeiro, conquistou o Campeonato Mineiro e a Recopa Sul-Americana em 1998, além da Copa Centro-Oeste de 1999.
Individualmente, recebeu a Bola de Prata da revista Placar em 1998, como melhor meia do Campeonato Brasileiro, premiação que consagra seu alto nível mesmo em fase mais madura da carreira. No mesmo período, enfrentou um drama pessoal com a perda de uma filha de apenas 13 anos em 1998.
Valdo encerrou a carreira em 2004, aos 40 anos de idade, depois de uma longa jornada iniciada em Santa Catarina e que passou por grandes centros do futebol mundial. Está eternizado na Calçada da Fama do Grêmio, reconhecimento oficial do clube à importância de sua contribuição em um dos períodos mais vitoriosos da história tricolor.
Após pendurar as chuteiras, seguiu no futebol como treinador em clubes menores no Brasil e também na seleção do Congo.
Caio
Nascimento: 16/03/1955
Rio de Janeiro-RJ
César
São João da Barra-RJ
Posição: Atacante
Altura: 1,78 m
Peso: 72 kg
Estreia: Grêmio 4x0 Campo Grande-RJ (06/02/1983)
Última partida: Toledo FC 1x2 Grêmio (05/06/1984)
Jogos/gols: 48/14
Títulos: Copa Libertadores da América, Mundial de Clubes e Copa Los Angeles (1983).
Falecimento: 17/09/2024 em São João da Barra-RJ.
César começou a jogar na base do Americano-RJ. No fim de 1974 foi para os juvenis do América-RJ. Foi artilheiro (e Bola de Prata) do Campeonato Brasileiro de 1979. A artilharia no Améric chamou a atenção do Benfica, que adquiriu o atacante por Cr$ 8 milhões.
Lá conquistou títulos e ficou até o início de 1983, quando foi contratado pelo Grêmio.
O atacante fez gols decisivos pelo Grêmio. Na conhecida Batalha de La Plata, marcou o gol que virou o jogo para 2x1 para o Grêmio, num jogo em que o empate em 3x3 foi considerado heroico por todas as circunstâncias dentro de fora de campo.
Porém, a consagração mesmo foi quando marcou o gol do título da Copa Libertadores da América de 1983 na vitória por 2x1 sobre o Peñarol. Renato cruzou para área da bandeirinha do escanteio e César se jogou de cabeça para marcar o gol mais importante da história do Grêmio até então e garantindo a participação inédita do Grêmio e de qualquer equipe do sul do Brasil no Mundial de Clubes daquele ano.
César não chegou a entrar na partida contra o Hamburgo pelo Mundial, porém estava no banco vestindo a camisa número 18. Dois dias depois da final do Mundial, César foi titular na partida contra o América do México que deu o título da Copa Los Angeles para o Grêmio.
Disputou 3 Gre-Nais (1 vitória, 2 empates e nenhuma derrota), com um aproveitamento de 55.56%. Com ele em campo, foram 5 gols a favor e 3 gols sofridos. Sua estreia em clássicos foi em 2 de outubro de 1983 (1x1 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 26 de janeiro de 1984, na vitória por 4x2 (no Estádio Olímpico) no que foi o Gre-Nal da troca das faixas: Grêmio Campeão do Mundo/83, Internacional Campeão Gaúcho/83.
Após deixar o Grêmio, ainda jogou por Palmeiras, São Bento de Sorocaba e pelo Pelotas, onde encerrou carreira em 1988.
César também conquistou títulos por outros clubes ao longo da carreira. Pelo America-RJ, levantou a Taça Jayme de Carvalho, correspondente ao 3º turno (repescagem) do Campeonato Carioca de 1976. Já no Benfica, em Portugal, foi campeão nacional na temporada 1980/1981, bicampeão da Taça de Portugal em 1979/1980 e 1980/1981, vencedor da Supertaça Cândido de Oliveira em 1980 e ainda ganhou a Taça de Honra da AF Lisboa (1ª Divisão) nas temporadas 1979/1980 e 1981/1982.
Ao longo dos anos o jogador sempre participava de homenagens feitas ao grupo Campeão Mundial de 1983.
Aos 68 anos, César faleceu no dia 17 de setembro de 2024, no Rio de Janeiro. O ex-atacante estava internado desde o final de agosto e enfrentava problemas de saúde nos últimos anos, em decorrência de um câncer de próstata. Foi velado e sepultado em sua cidade natal.
Catarina
Catarina iniciou sua trajetória no futebol passando pelas categorias de base do Avaí e do Figueirense, clube pelo qual se profissionalizou. Em 1972, transferiu-se para o Grêmio, onde rapidamente deixou sua marca: em sua estreia, entrou faltando 15 minutos para o fim da partida e anotou o gol da vitória do Grêmio sobre o América-MG, aos 45 minutos do segundo tempo, pelo Campeonato Brasileiro de 1972, no Estádio Olímpico. Seu segundo gol pelo Grêmio veio logo aos 2 minutos da partida contra o Náutico, em Recife, garantindo o empate em 1x1. O terceiro e último gol vestindo a camisa tricolor foi na vitória por 2x1 sobre o Coritiba, em Curitiba.
Ao todo, Catarina marcou três gols em 13 jogos pelo Grêmio, sendo que seus gols garantiram duas vitórias e evitaram uma derrota, contribuindo diretamente para a campanha do clube no Campeonato Brasileiro — única competição em que atuou pelo time gaúcho. Além do Grêmio, também defendeu Figueirense, Itabaiana (SE), Santa Cruz (RS), Sergipe e Juventude (RS), demonstrando versatilidade e espírito competitivo em sua carreira.
De família ligada ao futebol catarinense, Catarina era cunhado de Veneza, histórico zagueiro avaiano dos anos 1970, tio de Fábio Fidélis (zagueiro do Avaí entre 2003 e 2009) e de Léo Fidélis (auxiliar de preparação física entre 2017 e 2022). Catarina era pai de Eduardo Costa, volante do Grêmio no início dos anos 2000 e que jogou pelo Avaí entre 2013 e 2015, e de Evandro Costa, que atuou na base do clube catarinense. Catarina faleceu em 19 de novembro de 2025.
Brochado
Nascimento: 28/09/1883
Porto Alegre-RS
Altura:
Peso:
Posição: Atacante
Estreia: Grêmio 1x0 Fuss-Ball Club Porto Alegre (06/03/1904)
Jogos: 16/1
Títulos: Troféu Wanderpreis (1905, 1906 e 1907).
Falecimento: (31/08/1931)
Brochado desempenhou um papel fundamental nos primeiros anos do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Nascido em 28 de setembro de 1883, ele foi um dos 31 pioneiros que fundaram o clube em 15 de setembro de 1903, marcando a história como membro ativo de sua comunidade esportiva. Comerciante de profissão, Brochado se destacou não apenas por sua dedicação ao esporte, mas também pelo envolvimento em diversas funções administrativas.
Logo após a saída de Cândido Dias, integrou a primeira diretoria gremista como 2º guarda-esporte, sendo responsável pelas questões organizacionais e disciplinares do clube. Ao longo dos anos seguintes, Brochado acumulou diferentes cargos importantes: foi eleito 1º e 2º secretário em várias gestões, vice-presidente e conselheiro, além de atuar como diretor de campo (treinador) entre 1910 e 1911, período em que obteve cinco vitórias em cinco partidas sob seu comando.
Brochado também teve destaque nos gramados. Como jogador, estreou no segundo quadro, consagrando-se campeão da primeira edição semestral do Troféu Vereinpreis em 1904. Participou do festival de inauguração da Baixada, um dos momentos históricos do clube, e fez sua estreia no quadro principal na segunda partida da história do Grêmio, pelo Troféu Gutschow. Ao longo dos anos, sagrou-se vencedor de diversas edições do Wanderpreis e consolidou-se como um dos jogadores mais atuantes da equipe nas primeiras décadas.
Sua trajetória exemplifica o perfil polivalente dos fundadores do Grêmio, que eram ao mesmo tempo atletas, dirigentes e apaixonados pelo desenvolvimento do futebol na cidade, tendo deixado um legado de dedicação, liderança e conquistas nos primórdios do clube.




