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João Antônio



João Antônio de Oliveira Martíns
Nascimento: (14/06/1966)
Porto Alegre-RS
Posição: Volante
Altura: 1,72 m
Peso: 69 kg
Estreia: Grêmio 2x1 Pelotas (30/08/1984)
Última partida: Grêmio 1x1 Internacional (29/06/1997)
Jogos/gols: 210/6
Títulos: Campeonato Brasileiro (1996), Copa do Brasil de Futebol (1997), Recopa Sul-Americana (1996), Supercopa do Brasil (1990), Campeonato Gaúcho (1985, 1986, 1987, 1988, 1989, 1990 e 1996) e Philips Cup (1986).

    João Antônio iniciou sua promissora carreira nas categorias de base do Grêmio em 1984. Meio-campista de talento, rapidamente se destacou e ascendeu ao time principal.
Sua passagem pelo Grêmio foi marcada por mais de 10 títulos, solidificando seu nome na história do clube. Entre os momentos memoráveis, destaca-se o gol que abriu o caminho para a vitória por 2x1 sobre o Borussia Mönchengladbach em 10 de agosto de 1986, garantindo a Philips Cup para o Tricolor. Anos depois, em 1997, João Antônio foi novamente decisivo, marcando o primeiro gol do Grêmio no empate em 2x2 com o Flamengo, no Maracanã, um resultado que selou o tricampeonato invicto da Copa do Brasil para o time gaúcho.
    Disputou 11 Gre-Nais pelo Grêmio. Nestes confrontos, registrou 5 vitórias, 5 empates e apenas 1 derrota, ostentando um aproveitamento de 60.61%. Sua presença em campo durante esses embates viu o Grêmio marcar 13 gols e sofrer 7. Sua estreia no clássico ocorreu em 20 de outubro de 1985 (derrota por 2x0 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 29 de junho de 1997 (1x1 no Estádio Olímpico).
    Além do Grêmio, João Antônio defendeu as cores de diversos outros clubes, como Grêmio Maringá, Athletico Paranaense, Bahia, Mogi Mirim, Internacional, Figueirense e Joinville.
Após pendurar as chuteiras em 2000, no América de São José do Rio Preto, João Antônio buscou novos horizontes. Dedicou-se à faculdade de Educação Física e, embora tenha experimentado a carreira de empresário, percebeu que sua verdadeira paixão ainda estava ligada ao esporte.
    Em 2005, o Grêmio o chamou de volta, dessa vez para atuar nas categorias de base como "treinador de fundamentos", compartilhando sua vasta experiência com as novas gerações.
Em 12 de maio de 2010, o "Mestre João" retornou ao Grêmio em uma nova função, assumindo como auxiliar-técnico de seu ex-companheiro de Seleção Sub-20, Silas. 
    Atualmente, João Antônio exerce o cargo de Coordenador Técnico do Grêmio.



 

Luís Eduardo


Luís Eduardo Quadros Lima
Nascimento: 12/12/1961
Dom Pedrito-RS
Posição: Zagueiro
Altura: 1,86 m
Peso: 82 kg
Estreia: Grêmio 5x0 Coritiba (29/02/1984)
Última partida: Grêmio 4x1 Internacional (29/07/1990)
Jogos/gols: 408/22
Títulos: Campeonato Gaúcho (1985, 1986, 1987, 1988, 1989 e 1990). Supercopa do Brasil (1990). Copa do Brasil de Futebol (1989). 
Outros títulos: Troféu Cidade de Palma de Mallorca (1985),  Copa Philips (1986 e 1987) e Torneio RBS 25 Anos (1988).

    Luís Eduardo Quadros Lima foi um zagueiro de imposição física, bom jogo aéreo e excelente senso de posicionamento, que unia a força na marcação a uma notável facilidade para fazer gols.    Revelado na base do Grêmio, onde ingressou em 1975, passou pela transição das categorias inferiores até deixar o clube em 1982, rumo ao Inter de Santa Catarina e, depois, ao Inter de Santa Maria, acumulando experiência no futebol profissional. Em 1984, retornou ao Grêmio já como atleta formado, iniciando uma trajetória que o consagraria como um grande zagueiro.
    Sua volta a Porto Alegre foi importante desde os primeiros jogos. Logo na estreia, marcou um dos cinco gols da vitória gremista sobre o Coritiba, no Estádio Olímpico, e, na terceira partida, voltou a decidir ao anotar o gol da vitória contra o Joinville. Esse faro de gol se repetiria ao longo de sua passagem pelo Tricolor, em que ele decidiu diversas partidas para o Grêmio.
    Nos clássicos, sua presença era sinônimo de segurança: disputou 32 Gre-Nais, com 16 vitórias, 10 empates e apenas 6 derrotas, participando de 43 gols marcados e 28 sofridos. Um aproveitamento superior a 60%. Seu primeiro clássico ocorreu em 8 de novembro de 1984 (derrota de 2x1no Beira-Rio) e o último em 29 de julho de 1990, na goleada por 4 a 1 no Olímpico que sacramentou o hexa gaúcho.​
    Além da solidez defensiva, Luís Eduardo construiu uma carreira marcada por títulos e passagens por grandes clubes. Depois de deixar o Grêmio, atuou no Real Valladolid, Palmeiras, Atlético-MG, Fluminense, Athletico Paranaense, Coritiba, Rio Branco-SP e São José, onde encerrou a carreira em 2000. No Atlético-MG, viveu um ciclo especialmente vitorioso, com as conquistas da Copa Conmebol em 1992 e 1997, do Campeonato Mineiro de 1995 e da Copa Centenário de Belo Horizonte em 1997. 
    Como técnico, entre 2021 e 2023 dirigiu as equipes sub-16 e sub-20 do Grêmio.
    O reconhecimento máximo do vínculo com o Grêmio está eternizado na Calçada da Fama gremista, onde seus pés simbolizam a importância de um defensor que uniu raça, técnica e protagonismo em momentos decisivos.