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Warley


Warley Silva dos Santos
Nascimento: 13/02/1978
Brasília-DF
Posição: Atacante
Altura: 1,81 m
Peso: 78 kg
Estreia: Coritiba 1x2 Grêmio (30/09/2000)
Última partida: Grêmio 2 x 2 Corinthians (10/06/2001)
Jogos/Gols: 41/13
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001)

    Warley começou sua carreira no Coritiba. Jogou também por Athletico Paranaense, São Paulo e Udinese. Em setembro de 2000 fez sua estreia pelo Grêmio, justamente contra seu primeiro clube, o Coritiba.
    Na sua segunda partida pelo Imortal, Warley marcou o gol do empate em 1x1 com o São Paulo no Morumbi.
    Seu terceiro jogo foi justamente um Gre-Nal, no estádio Beira-Rio. Vitória de 2x1 do Grêmio com outro gol deste novo artilheiro do Grêmio. Ele fez o gol aos 36 minutos do segundo tempo decretando a vitória sobre o rival, o Gre-Nal do "Placar Eletrônico". Warley foi cotado com nota 8 pelo jornal Zero Hora na edição do dia seguinte ao Clássico.
    Warley continuou marcando muitos gols e gols decisivos para o Grêmio, como por exemplo: Nas 2 partidas contra o Coritiba pela Copa Sul-Minas, na vitória por 2x1 sobre o São Paulo e nos 3x1 sobre o Coritiba novamente, desta vez pelos jogos que levaram o Grêmio à final da Copa do Brasil e ao título. 
    O Atacante conquistou o Campeonato Gaúcho e a Copa do Brasil pelo Tricolor em 2001.
    Disputou 3 Gre-Nais (2 vitórias e 1 empate), com um aproveitamento de 77.78%. Com ele em campo, foram 6 gols a favor (1 marcado por ele) e 3 gols sofridos. Estreou no Clássico em 7 de outubro de 2000 (vitória do Grêmio por 2x1 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 13 de maio de 2001 um 0x0 também no Beira-Rio.
    Depois do Grêmio atuou em clubes como: São Caetano, Palmeiras, Brasiliense, Náutico, ABC, Madureira, Villa Nova-MG, Treze, Campinense, Botafogo-PB, Ríver-PI e Botafogo-PB.
Warley teve algumas convocações para a Seleção Brasileira entre 1997 e 2000.
    Pelo Atlético Paranaense, conquistou o Campeonato Paranaense de 1998, e em 2000 integrou a Seleção Brasileira que disputou o Pré-Olímpico Sul-Americano Sub-23. Venceu o Campeonato Paulista de 2004 pelo São Caetano. Venceu o Campeonato Brasiliense de 2007 pelo Brasiliense, o Campeonato Paraibano de 2011 pelo Treze e o de 2012 pelo Campinense. Foi campeão paraibano em 2013 e 2017 e conquistou ainda o Campeonato Brasileiro Série D de 2013 pelo Botafogo-PB. Foi artilheiro do Paraibano em 2012, com 22 gols, e em 2013 com 14 tentos.
    Depois de encerrar sua carreira de jogador passou a ser treinador.



Fábio Baiano



Fábio da Silva Moraes
Nascimento: 22/04/1975
Feira de Santana-BA
Posição: Meia
Altura: 1,79 m
Peso: 73 kg
Estreia: Corinthians 1x2 Grêmio (27/08/2000)
Última partida: Benfica 1x1 Grêmio (03/08/2002)
Jogos/Gols: 68/13
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001).

    Fábio Baiano começou sua carreira na base do Flamengo em 1992. Depois de se profissionalizar no Rubro-Negro e passar pelo Juventude e pelo Bahia, chegou ao Grêmio no ano de 2000.
    Disputou 68 partidas, marcando 13 gols, sendo campeão Gaúcho e da Copa do Brasil em 2001.
    No jogo Grêmio 3 x 2 Oriente Petrolero-BOL  pela Libertadores de 2002 Fábio Baiano protagonizou uma das jogadas mais lindas vistas no Estádio Olímpico: Ele avançou com a bola na ponta direita sobre o defensor e deu uma lambreta, invadiu a área e tocou para Rodrigo Mendes completar para o gol. Uma jogada incrível.
    Depois do Grêmio, Fábio Baiano ainda jogou por clubes como São Caetano, Corinthians, Santos, Atlético-MG, Vasco, Ponte Preta, Paysandu, Juventude e Brasiliense.
    Fábio Baiano venceu inúmeros títulos em outros clubes, principalmente pelo Flamengo onde foi Campeão Brasileiro em 1992, Copa Mercosul em 1999, Campeonatos Cariocas (1996, 1999, 2000 e 2004), entre outros.
    Campeão Baiano em 1998 pelo Bahia e estaduais por São Caetano e Brasiliense.
    Depois de encerrar a carreira em 2008 Fábio Baiano é visto defendendo o Flamengo no Showbol.




Adão



José Adão Fonseca
Nascimento: 30/11/1972
Claro dos Poções-MG
Posição: Centroavante
Estreia: Grêmio 0x1 Palmeiras (06/08/2000)
Última partida: Grêmio 4x1 Gama (28/10/2000)
Jogos/gols: 11/1
Títulos: Adão se destacou no Caxias, justamente em meio às finais contra o Grêmio, quando o time da Serra foi campeão dentro do Estádio Olímpico em 2000 despertando o interesse do Tricolor, porém não teve tanto sucesso no time da Capital.

Patrício


Patrício, o lateral da histórica Batalha dos Aflitos e vice da Libertadores


Patrício Antônio Boques
Nascimento: 08/10/1974
Aratiba-RS
Altura: 1,77 m
Peso: 76 kg
Posição: Lateral direito
Estreia: Grêmio 1x0 Inter-SM (29/07/2000)
Última partida: Grêmio 1x1 Corinthians (02/12/2007)
Jogos/gols: 149/8
Títulos: Campeonato Brasileiro-Série B (2005), Campeonato Gaúcho (2006 e 2007)

       Patrício foi um lateral que tinha facilidades defensivas e também chegava ao ataque, apoiando e batendo faltas muito bem. Iniciou na base do Ypiranga-RS, depois jogou no Kindermann-SC quando se profissionalizou em 1999. Após passar por Paraná, Caxias e Chapecoense chegou ao Grêmio em 2000. Sua estreia foi em 29/07 em Porto Alegre na vitória sobre o Inter de Santa Maria-RS por 1x0. 
       Na sua primeira passagem, Patrício jogou somente durante o segundo semestre de 2000. Depois passou por Coritiba, Vasco, Figueirense, Guarani-SP, XV de Novembro-RS (Campeão Gaúcho do Interior em 2005) e Caxias novamente.
       Porém, em 03/06/2005 Patrício volta a vestir a camisa do Grêmio no empate em 1x1 contra o Caxias, na Serra. Permaneceu até dezembro de 2007. Neste período foi Campeão da Série B em 2005 (onde protagonizou o histórico jogo intitulado como Batalha dos Aflitos, sendo expulso e iniciando a paralisação da partida, que durou mais de 25 minutos).


       Também venceu o Campeonato Gaúcho de 2006 e 2007. Foi vice-campeão da Taça Libertadores da América de 2007. Foi titular do Grêmio nas 3 temporadas e meia em que vestiu a camisa tricolor.
       Disputou 6 Gre-Nais, com 3 vitórias, 2 empates e 1 derrota (aproveitamento de 61,1%). Sua estreia foi em 07/10/2000 na vitória de 2x1 para o Grêmio em pleno Beira-Rio. Seu último clássico também foi vencendo o Inter por 1x0 em 16/09/2007, mas desta vez no Estádio Olímpico.
       Seu último jogo foi no empate em 1x1 contra o Corinthians em 02/12/2007. Patrício disputou 149 jogos e marcou 8 gols pelo Grêmio.
       Após deixar o Grêmio, Patrício ainda atuou por Portuguesa, Bahia, São Caetano e Caxias, onde encerrou sua carreira de jogador em 2010.
       Atualmente, após se aposentar dos gramados, Patrício atua principalmente como auxiliar técnico em clubes de futebol e mantém envolvimento com projetos sociais e esportivos. Nos últimos anos, ele foi auxiliar técnico no Vila Nova de Goiás (a partir de 2020) e também trabalhou como treinador do 15 de Novembro, clube pelo qual jogou no início da carreira. Além disso, é reconhecido como embaixador de causas solidárias ligadas ao futebol, participando frequentemente de eventos e ações sociais, especialmente através do Consulado do Grêmio de Guarapuava e do evento Gre-Nal Solidário.    
    Patrício também administra uma escolinha de futebol no Centro Esportivo Ovidio Müller, dedicada à formação de jovens atletas.

Marinho


Mário Custódio Nazaré
Nascimento: 01/04/1976
Santos-SP
Posição: Zagueiro
Altura: 1,85 m
Peso: 80 kg
Estreia: Atlético-MG 0x0 Grêmio (22/01/2000)
Última partida: Atlético-MG 3x0 Grêmio (05/12/2001)
Jogos/Gols: 122/8
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001)

    Marinho surgiu na base do Corinthians e depois jogou na base da Portuguesa Santista, onde se profissionalizou.
    Jogou no Guarani entre 1996 e 1999 e chegou ao Grêmio no início do ano 2000.
    Pelo Grêmio conquistou o Gauchão e a Copa do Brasil de 2001.
    Fez mais de 120 jogos (e 8 gols) com a camisa do Grêmio. Um destes gols foi o primeiro da grande e inesquecível vitória na final da Copa do Brasil contra o Corinthians pelo placar de 3x1 que deu o Tetra Campeonato ao Grêmio dentro de um Morumbi com 80 mil corintianos. Neste jogo o jornal Correio do Povo deu nota 10 para Marinho com a seguinte descrição: "Gol e total segurança na zaga".
    A coluna escrita por Paulo Sant'ana na Zero Hora no dia 18/06/2001 (dia posterior ao título) tinha o seguinte título: "Símbolo do Título" e o texto era somente o nome "Marinho" repetido 472 vezes, tamanha a importância que o zagueiro teve nesta final.


    Disputou 6 Gre-Nais e nunca perdeu (4 vitórias e 2 empates), com um aproveitamento de 77.78%. Com ele em campo, foram 9 gols a favor e 4 gols sofridos. Estreou no Clássico em 30 de abril de 2000 (1x1 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 6 de outubro de 2001, na vitória por 1x0 pelo Campeonato Brasileiro, no Estádio Olímpico.
    Depois que deixou o Grêmio jogou por alguns outros clubes, como: Beşiktaş, Ponte Preta, Athletico Paranaense, Corinthians e Ponte Preta. Marinho ainda foi Campeão Brasileiro pelo Corinthians em 2005 e Campeão Paulista do Interior pela Ponte Preta em 2009.
    Após parar de jogar, Marinho se tornou treinador.





Ânderson Lima


Ânderson Lima Veiga
Nascimento: 18/03/1973
São Paulo-SP
Posição: Lateral-direito
Altura: 1,76 m
Peso: 74 kg
Estreia: Grêmio 3x0 Atlético-MG (13/02/2000)
Última partida: Grêmio 3x0 Corinthians (14/12/2003)
Jogos/Gols: 191/36
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001)

    Ânderson Lima foi um lateral-direito conhecido pela precisão nas cobranças de falta e pela marcante passagem pelo Grêmio no início dos anos 2000. 
    Revelado pelo Juventus-SP, clube tradicional de São Paulo, Ânderson chamou a atenção e logo se transferiu para Guarani, Santos e depois São Paulo, consolidando-se como lateral de alto nível no cenário nacional. Pelo Santos, viveu período vitorioso, conquistando o Torneio Rio-São Paulo de 1997 e a Copa Conmebol de 1998, sendo um dos destaques pela qualidade nas bolas paradas.​
    Em 2000, chegou ao Grêmio e estreou com gol na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG, pela Copa Sul-Minas, prenúncio da importância que teria no clube. Especialista nas cobranças de falta, marcou 36 gols pelo Tricolor, um número extraordinário para um lateral, incluindo uma sequência em que balançou as redes 5 vezes em 6 jogos.​
    Pelo Grêmio, conquistou o Campeonato Gaúcho e o tetracampeonato da Copa do Brasil em 2001, em uma final disputada em pleno Morumbi. Despediu-se do clube também com gol em outra vitória por 3 a 0, desta vez contra o Corinthians, no Estádio Olímpico, coroando um ciclo de quatro temporadas muito vitoriosas.​
    No maior clássico do futebol gaúcho, Ânderson disputou 11 Gre-Nais, com 6 vitórias, 3 empates e apenas 2 derrotas, obtendo aproveitamento superior a 60%. Com ele em campo, o Grêmio marcou 13 gols e sofreu 8 nesses jogos; sua estreia no clássico foi em 30 de abril de 2000, no empate por 1 a 1 no Beira-Rio, e o último Gre-Nal ocorreu em 12 de outubro de 2003, vitória gremista por 1 a 0, novamente no Beira-Rio.​
    Depois de deixar Porto Alegre, seguiu defendendo São Caetano, Albirex Niigata (Japão), retornou ao São Caetano e passou ainda por Coritiba, Ituano, Operário de Campo Grande, Bragantino e Chapecoense. Nessa etapa, ampliou o currículo de títulos: foi campeão paulista de 2004 pelo São Caetano e campeão brasileiro da Série B de 2007 com o Coritiba.​
    Em categorias de base da Seleção Brasileira, também teve trajetória vitoriosa, conquistando o Sul-Americano Sub-17 em 1988 e o Sul-Americano Sub-20 em 1991. No cenário nacional, é um dos laterais que mais marcaram gols na história do Campeonato Brasileiro, somando 40 gols na competição e figurando entre os defensores mais artilheiros do país.​
    Após pendurar as chuteiras, Ânderson Lima passou a atuar na área técnica, inicialmente como auxiliar em clubes como Portuguesa e Bahia. Posteriormente, assumiu funções de treinador, incluindo trabalhos nas categorias de base e em equipes que disputam a Copa São Paulo de Futebol Júnior, dando sequência à sua longa ligação com o futebol agora à beira do gramado.




Zinho



Crizam César de Oliveira Filho
Nascimento: 17/06/1967
Nova Iguaçu-RJ
Posição: Meia
Altura: 1,72 m
Peso: 71 kg
Estreia: Atlético Mineiro 0x0 Grêmio (22/01/2000)
Última partida: Grêmio 1x0 Olimpia (17/07/2002)
Jogos/Gols: 158/45
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001)

    Crizam César de Oliveira Filho, o Zinho, construiu uma carreira vitoriosa como meia-armador, destacando-se em grandes clubes brasileiros como Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio, além de conquistar o tetracampeonato mundial com a Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1994.
    Nascido em Nova Iguaçu, Zinho se notabilizou como um meia canhoto de alta inteligência tática, passe preciso e grande participação coletiva no jogo, acumulando títulos estaduais, nacionais e internacionais ao longo da carreira.  Em clubes como Flamengo, Palmeiras, Grêmio, Cruzeiro, foi peça importante em campanhas de Campeonatos Brasileiros, Copas do Brasil e da Copa Libertadores, consolidando a imagem de jogador decisivo em elencos vitoriosos.
    No Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, Zinho viveu uma fase expressiva no início dos anos 2000, assumindo papel de protagonista em um meio-campo técnico e competitivo.  Em 2001, liderou o time nas conquistas do Campeonato Gaúcho e da Copa do Brasil, acumulando gols, assistências e participações decisivas em jogos de mata-mata, o que o colocou entre os atletas mais influentes do elenco tricolor naquele período.
    Sua passagem pelo clube gaúcho foi marcada também pela regularidade e experiência.  O desempenho com a camisa gremista foi tão significativo que Zinho acabou eternizado na Calçada da Fama do Grêmio, reconhecimento reservado a ídolos que marcaram época na história tricolor. Zinho fez diversos gols decisivos pelo Grêmio, mas o mais importante deles foi seu gol na grande final contra o Corinthians no Morumbi, na vitória por 3x1 que decretou o Tetra do Grêmio na Copa do Brasil de 2001.
    Disputou 6 Gre-Nais (3 vitórias e 3 empates), com um aproveitamento de 66.67% e sem nenhuma derrota. Com ele em campo, foram 9 gols a favor (1 marcado por ele) e 5 gols sofridos. Estreou no Clássico em 30 de abril de 2000 (empate de 1x1 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 20 de março de 2002 (também 1x1, também no Beira-Rio).
    Pela Seleção Brasileira, Zinho teve trajetória consistente, com convocação ainda jovem e participação em diversas competições até chegar ao ápice no Mundial de 1994.  Na campanha do tetra, atuou como meia responsável por fazer a bola girar entre defesa e ataque, dando equilíbrio ao time e contribuindo taticamente, mesmo sem marcar gols na competição.
    Ao longo de sua passagem pelo escrete canarinho, fez 57 jogos, marcou 6 gols, conquistou títulos e forte identificação com a geração campeã nos Estados Unidos, reforçando a imagem de jogador coletivo, disciplinado e confiável em jogos decisivos.
    Além do Grêmio, Zinho conquistou títulos importantes por Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro e Nova Iguaçu, levantando taças de Campeonatos Estaduais, Brasileiros, Copas do Brasil, Copa Mercosul e Copa Libertadores da América.  Essa coleção de troféus o colocou entre os jogadores mais vitoriosos de sua época, com participações relevantes em diferentes centros do futebol brasileiro.
    No plano individual, recebeu por diversas vezes a Bola de Prata da Revista Placar, prêmio dado aos melhores jogadores do Campeonato Brasileiro em suas posições, o que reforça o reconhecimento de sua qualidade técnica e constância ao longo da carreira. Esses prêmios ajudam a dimensionar a importância de Zinho na história recente do futebol brasileiro, em especial na memória da torcida gremista, que guarda com carinho a sua passagem pelas conquistas de 2001.
Atualmente Zinho é comentarista da ESPN.