
Barcos

Jonas
Christian
Christian Corrêa Dionísio foi um dos centroavantes com mais faro de gol do futebol brasileiro, lembrado pela força física e excelente capacidade de finalização. Sua trajetória no futebol começou nas categorias de base do Grêmio, entre 1985 e 1989, onde desenvolveu o talento que o levaria a atuar por diversos clubes de destaque no Brasil e no exterior. O atacante vestiu as camisas de times como Internacional, Estoril, Farense, Paris Saint-Germain, Bordeaux, Palmeiras, São Paulo, Botafogo, Juventude, Corinthians, Pachuca, Portuguesa e São Caetano, entre outros.
Pelo Grêmio, Christian conseguiu uma performance notável: foram 85 jogos e 40 gols, mantendo uma ótima média de 0,47 gols por partida. Em clássicos Gre-Nal defendendo o Tricolor, disputou 9 partidas, marcou 3 gols, obteve 1 vitória, 2 empates e 6 derrotas. Um dos momentos mais emblemáticos de sua passagem foi o gol decisivo que deu a vitória ao Grêmio por 1x0 no Beira-Rio, pelo Campeonato Brasileiro em 12/10/2003. Sua estreia em Gre-Nal pelo Grêmio foi em 9 de março de 2003 (Internacional 1x0 Grêmio), e o último clássico foi em 23 de outubro de 2004 (Grêmio 1x3 Internacional).
Adão
Jardel
Nascimento: 18/09/1973
Fortaleza-CE
Altura: 1,86m
Posição: Centroavante
No Sul do Brasil, Jardel caiu nas graças da torcida e do técnico Felipão, que montou um esquema tático especial para o atacante. Formando uma dupla de ataque afiada com o veloz Paulo Nunes e contando com os cruzamentos precisos de Francisco Arce e Roger, Jardel fez correr o mundo a sua fama de bom cabeceador, na campanha que deu ao Grêmio a sua segunda Libertadores da América. Terminou a competição como artilheiro, com doze gols.
No final daquele ano, ainda seria vice-campeão Mundial pelo Grêmio, sendo derrotado nos pênaltis pelo Ajax de Edgar Davids, Clarence Seedorf e Edwin Van der Sar. No ano seguinte, Jardel sagrou-se campeão da Recopa Sul-Americana ao vencer o Independiente por 4x1, marcando o terceiro gol da sua equipe.
Vestindo a camisa do Grêmio Jardel jogou 84 jogos e marcou 65 gols numa impressionante média de quase 1 gol por jogo. Foi Bi-Campeão Gaúcho (1995 e 1996), Campeão da Sanwa Bank (1995), Libertadores da América (1995) e Recopa Sul-Americana em 1996.
Para ficar em definitivo com o jogador, o Grêmio teria de pagar 1.275 milhão de dólares ao Vasco até 18 de agosto de 1995, valor considerado alto para a época. A diretoria do clube lançou a campanha "Fica Jardel", porém o valor arrecadado não foi suficiente.
Após conseguir comprar o jogador com empréstimo de investidores como Jorge Gerdau Johannpeter, o Grêmio acertou a sua venda em novembro de 1995 ao Rangers, da Escócia, por US$ 4,5 milhões. Porém, o jogador não conseguiu passaporte europeu e em fevereiro de 1996 retornou ao Grêmio.
O artilheiro, ídolo da torcida, acabou sendo vendido ao Porto por US$ 1,8 milhão (sendo que o Porto pode ter pago até US$ 6 milhões), deixando o Grêmio em junho de 1996 após marcar três gols sobre o Juventude na final do Gauchão, sem participar da campanha que consagrou o Grêmio campeão brasileiro em 1996.
Jardel fez muitos gols e obteve muito sucesso na Europa. No Porto, Jardel conheceu alguns dos maiores êxitos da sua carreira. Foi vencedor da Supertaça Cândido de Oliveira na temporada 1996/97, tricampeão português em 1996–97, 1997–98, 1998–99 e vencedor da Taça de Portugal em 1997–98 e 1999–00.
Foi cinco vezes artilheiro do Campeonato Nacional, em 1996–97 (30 gols), 1997–98 (26 gols), 1998–99 (36 gols) e 1999–00 (38 gols) e 2001–02 (42 gols). Em torneios internacionais, marcou quinze vezes em 24 partidas. Essa profusão de gols foi em parte creditada a simbiose estabelecida junto ao extremo-esquerdo Ljubinko Drulović. Ainda no Porto, foi também artilheiro da Liga dos Campeões da UEFA na temporada de 1999–00 com 10 gols, em igualdade com Rivaldo e Raúl.
Tantos gols pelo Campeonato Português acabaram levando Jardel ao posto de principal artilheiro da Europa. Em decorrência disso, conquistou a Bota de Prata em 1997, a Bota de Ouro em 1999 e a Bota de Bronze em 2000, além de ter recebido do prêmio de maior goleador da Europa dado pela revista inglesa World Soccer.
Após uma temporada pelo Galatasaray (sendo campeão da Copa da Turquia e da Supercopa Europeia, ambos em 2000, foi negociado com o Sporting. De volta ao país onde havia colhido tantas glórias, Jardel reencontrou o seu grande futebol. De 2001 a 2003, foi Campeão Português, vencedor da Taça de Portugal e Campeão da Supertaça. Marcou 42 gols em 30 jogos na temporada 2001–2002, recebendo novamente Bota de Ouro.
Jardel passou ainda por outro clubes como Newell's Old Boys (Campeão Argentino de 2005), Alavés, Goiás, Beira-Mar (Portugal) além de uma série de clubes menores do Brasil até encerrar sua carreira oficialmente em 2011.
Além de artilharias em diversos campeonatos incluindo a Libertadores de 95 pelo Grêmio, Campeonato Português em 5 temporadas, Copa de Portugal em 3 temporadas, entre outras.
-IFFHS - Maior goleador do Mundo: 1999 e 2002
-Chuteira de Ouro da UEFA - Maior goleador da Europa: 1999, 2002
-Chuteira de Prata da UEFA: 1997
-Chuteira de Bronze da UEFA: 2000
-Bola de Ouro de Portugal: 1996–97, 1997–98
-Melhor jogador do Campeonato Português: 1996–97, 1998–99, 2001–02.
Alguns anos depois de encerrar sua carreira como jogador, Jardel enveredou para o caminho da política porém teve seu mandato cassado.
Jardel é comumente visto em eventos realizados pelo Grêmio em diversas cidades através de centenas de Consulados espalhados pelo estado e pelo país.
Nildo
Belém-PA
Posição: Centroavante
Altura: 1,79 m
Peso: 79 kg
Estreia: Grêmio Santanense 0x1 Grêmio (22/05/1994)
Última partida: Grêmio 1x2 Goiás (08/11/1995)
Jogos/Gols: 61/23
Títulos: Copa Libertadores da América (1995), Copa do Brasil (1994) e Campeonato Gaúcho (1995).
Nildo começou sua carreira no Remo em 1982. Depois passou por Matsubara, Barretos, Olímpia-SP, Inter de Limeira, Sãocarlense, Brusque, Cerro Porteño e Caldense até chegar no Grêmio no início de 1994, já com 28 anos de idade.
Já na sua estreia, Nildo marcou o gol da vitória sobre o Grêmio Santanense. Nos seus primeiros 10 jogos já tinha marcado 7 gols. Fez o gol da vitória do Grêmio contra o Vitória no jogo de volta das quartas-de-final da Copa do Brasil, carimbando a vaga do clube para as semifinais. Nas semifinais, fez os 2 gols da vitória sobre o Vasco no jogo de volta, que desta vez levou o Grêmio à final da Copa. Na final, fez seu gol mais importante com a camisa tricolor: dia 10 de agosto de 1994, diante do Ceará, gol esse que deu o título da Copa do Brasil (invicto) de 1994 ao Grêmio no Estádio Olímpico lotado.
Em 1995 perdeu espaço para ninguém menos que o matador Jardel, mas ainda assim quando tinha oportunidade, continuou marcando gols decisivos, como por exemplo, os Gre-Nais das finais do campeonato Gaúcho quando marcou no 1x1 do Beira-Rio e na vitória por 2x1 no Olímpico que valeu o título gaúcho para o "Banguzinho" com Nildo marcando o primeiro gol do Grêmio na partida.
Disputou 4 Gre-Nais (2 vitórias, 1 empate e 1 derrota), com um aproveitamento de 58.33%. Com ele em campo, foram 5 gols a favor (2 marcados por ele) e 3 gols sofridos. Estreou no Clássico em 12 de junho de 1994 (derrota por 1x0 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 13 de agosto de 1995 (quando o Grêmio foi campeão gaúcho, com o apelido de Banguzinho, pois jogou todo o campeonato com time reserva ou misto).
O melhor momento de sua carreira estava por vir: quando foi campeão da Copa Libertadores da América de 1995 pelo Grêmio. O jogador vestiu durante a campanha a camisa 10 e ao lado de Danrlei, Jardel e Paulo Nunes e foi para o Mundial de clubes de 1995, mas o Grêmio perdeu nos pênaltis para o Ajax da Holanda (após empate em 0 x 0 no tempo normal e também na prorrogação) que tinha Van der Sar, Patrick Kluivert e Edgard Davids.
Pelo Grêmio Nildo marcou 23 gols em 61 jogos, tendo uma ótima média.
Depois do Grêmio, Nildo atuou por Gil Vicente, Ceará, Paysandu, Portuguesa Santista, Rio Preto, Avaí, Ananindeua e Time Negra. Encerrou sua carreira em 2003.
Em 2022 Nildo começou a carreira de treinador de futebol.
Nando
Nascimento: 19/10/1965
Recife-PE
Posição: Centroavante
Altura: 1,79 m
Peso: 74 kg
Estreia: Internacional 1x3 Grêmio (28/05/1989)
Última partidas: Criciúma 0x0 Grêmio (02/06/1991)
Jogos/gols: 49/11
Títulos: Copa do Brasil de Futebol (1989), Supercopa do Brasil (1990) e Campeonato Gaúcho (1989 e 1990).
Fernando Vital Barros, mais conhecido no mundo do futebol como Nando Lambada, foi um centroavante que deixou sua marca com uma característica peculiar: a habilidade de marcar gols quase improváveis, compensando a técnica refinada com um faro de oportunismo aguçado. Sua comemoração icônica, dançando lambada, não só lhe rendeu o apelido, mas também se tornou um símbolo de sua alegria e espontaneidade em campo.
Nascido para o futebol pernambucano, Nando Lambada viveu seus anos de glória inicial no Sport Recife, onde atuou entre 1986 e 1988. Foi nesse período que ele começou a demonstrar seu potencial, culminando em um gol memorável em 1988, quando, de cabeça, superou o renomado goleiro Taffarel, selando a vitória do Sport. A cada bola na rede, a lambada virava sua marca registrada, contagiando a torcida.
O talento de Nando não passou despercebido, e em 1989, o Grêmio o buscou para integrar seu elenco. No tricolor gaúcho, Nando chegou em um período de conquistas, celebrando os títulos do Campeonato Gaúcho e da Primeira Copa do Brasil logo em seu primeiro ano. A sequência vitoriosa continuou em 1990, com mais um Campeonato Gaúcho e o título de Supercampeão do Brasil, consolidando sua trajetória de sucesso no clube.
Em uma vitória expressiva por 6 a 1 sobre o Coritiba, Nando marcou dois gols, e claro, comemorou com sua inconfundível lambada, mostrando sua alegria.
Particiou de dois clássicos Gre-Nal, um dos confrontos mais acirrados do futebol brasileiro. Em 28 de maio de 1989, o Grêmio de Nando venceu o Internacional por 3 a 1 no Beira-Rio, mas em 29 de novembro do mesmo ano, sofreu uma derrota por 2 a 0, também no estádio colorado.
Nando teve uma breve passagem por empréstimo pela Internacional de Limeira no segundo semestre de 1990, disputando o Campeonato Brasileiro.
Em 1991, Nando Lambada retornou ao Grêmio, mas sua segunda passagem durou apenas o primeiro semestre.
Após sua saída do Grêmio, Nando Lambada seguiu sua jornada pelo futebol nordestino. Em 1992, defendeu as cores do Santa Cruz, em Recife, e do Fortaleza. Anos depois, em 1994, ele fez uma nova incursão pelo futebol gaúcho, atuando pelo Aimoré, de São Leopoldo.
Nando Lambada, com sua personalidade vibrante e seu estilo de jogo único, oportunismo e sua paixão pelo gol, celebrada com uma dança que virou sua marca registrada, garantiram-lhe um lugar na memória dos torcedores.
Ele foi a prova de que, por vezes, a técnica pode ser superada pela astúcia, pela alegria e, claro, por uma boa dose de lambada.
Lima
Posição: Centroavante
Títulos Grêmio: Campeonato Gaúcho (1987 e 1988)
Lima, foi um centroavante de destaque e artilheiro nato, reconhecido por sua técnica, liderança e poder de decisão em jogos importantes. Revelado pelo Operário (MS), destacou-se ainda adolescente no futebol mato-grossense, o que lhe abriu portas para clubes como Serrano-RJ, Corinthians, Santos e Náutico.
Ganhou o apelido de “Homem-Gre-Nal” pela vocação de balançar as redes em clássicos. Nesses confrontos, disputou 17 partidas pelo Grêmio, conquistando 7 vitórias, 9 empates e sofrendo apenas 1 derrota, com 7 gols marcados. Seu aproveitamento foi de 58,82%. Estreou em Internacional 2x2 Grêmio (18/03/1987) e o último clássico, outro empate: Internacional 1x1 Grêmio (3x0 nos pênaltis) em 17/11/1992.
Passou pelo Internacional, onde foi campeão gaúcho de 1991, e pelo Benfica de Portugal. Lima ainda atuou no Cerro Porteño, América-RJ, Vitória, Farroupilha, Brasil-PEL e encerrou sua carreira no Montes Claros-MG, em 1998. Até hoje é lembrado como um centroavante técnico, ídolo do torcedor gremista por sua humildade, dedicação e faro de gol em momentos decisivos.
Atualmente Lima reside em Pelotas garimpando garotos para o futebol.
Caio Júnior
Luiz Carlos Saroli
Nascimento: 08/03/1965
Cascavel-PR
Altura: 1,80 m
Peso: 70 kg
Posição: Centroavante
Estreia: *
Última Partida: *
Jogos/gols: 157/58
Títulos: Campeonato Gaúcho (1985, 1986 e 1987), Torneio de Rotterdam e Troféu Ciudad Palma de Mallorca (1985).
Após sua marcante passagem pelo Grêmio, Caio Júnior transferiu-se para Portugal, onde conquistou a Supertaça de Portugal pelo Vitória de Guimarães em 87/88 e foi campeão da II Liga com o Estrela Amadora. Retornou ao Brasil em 1994 e venceu o Campeonato Gaúcho pelo Internacional, voltando posteriormente a Portugal para jogar no Belenenses. Seguiu sua carreira em clubes como Novo Hamburgo, onde foi campeão da segunda divisão gaúcha em 1996, e no Paraná Clube em 1997.
Ao encerrar a carreira de jogador, tornou-se técnico, iniciando em escolinhas de futebol e ganhando projeção nacional ao comandar o Cianorte contra o Corinthians na Copa do Brasil 2005 e ao levar o Paraná à Libertadores.
Caio Júnior também foi treinador do Grêmio em 2012, porém sem sucesso. Foi eleito melhor técnico brasileiro de 2007 ao trabalhar no Palmeiras, passou por grandes clubes do país e do exterior, conquistou um título estadual pelo Vitória, dirigiu equipes de destaque como Botafogo e Chapecoense, e encerrou sua trajetória de maneira trágica e heroica, sendo lembrado como exemplo de competência e liderança no futebol brasileiro.
Baltazar
Altura: 1,78m
Peso: 73 kg
Posição: Centroavante
Estreia: Grêmio 3x0 Riograndense de Santa Maria (16/05/1979)
Última partida: Grêmio 0x2 São José (31/07/1982)
Jogos/gols: 215/131
Títulos: Campeonato Brasileiro (1981), Campeonato Gaúcho (1979 e 1980),
Copa El Salvador del Mundo (1981), Troféu Cidade de Valladolid (1981) e Troféu Torre del Vigia (1981).
Conforme a Lancepédia (edição de 2009) "Baltazar foi um grande goleador, estava sempre no lugar certo, na hora certa. Chutava bem e cabeceava melhor ainda".
Curioso destacar como o Guia do Campeonato Brasileiro de 1985 da revista PLACAR descreve a contratação de Baltazar pelo Botafogo: "Renato (Pé Murcho)... pode fazer uma dupla perigosa com o religioso Baltazar, que continua alternando jogadas de craque com tiradas de um perfeito perna-de-pau, mas não perde nunca o senso de oportunismo".
Conhecido como "Artilheiro de Deus", surgiu em 1978 no Atlético-GO. Um ano depois, foi peça central no ataque gremista. Em 03/05/1981, atingiu o auge ao marcar o gol do primeiro título brasileiro do clube em pleno Morumbi lotado de são-paulinos, tornando-se ídolo eterno.
Sua presença em jogos decisivos e o faro de gol marcaram sua trajetória, colocando-o entre os maiores centroavantes da história do Grêmio. Foi artilheiro do Campeonato Gaúcho por dois anos seguidos: em 1980 (28 gols) e 1981 (20 gols).
Permaneceu no Grêmio até 1982, tornando-se um dos dez maiores artilheiros da história do clube, com 131 gols marcados em jogos oficiais. De todos os seus gols no Grêmio, 46 foram marcados em jogos válidos pelo Campeonato Brasileiro entre 1979 e 1982.
Baltazar disputou 12 Gre-Nais (1 vitória, 8 empates e 3 derrotas). Com ele em campo, o Grêmio marcou 8 gols (3 marcados por ele) e sofreu 10. Sua estreia foi em 22/07/1979 e seu último Clássico foi em 29/11/1981. Ambos foram disputados no Olímpico e ambos terminaram empatados em 1x1.
Além de Atlético Goianiense (onde começou a carreira) e o Grêmio, Baltazar passou por Palmeiras, Flamengo, Botafogo, Celtade Vigo, Atlético de Madrid onde também foi ídolo e artilheiro, Porto, Rennes, Goiás e Kyoto Sanga, onde encerrou sua exitosa carreira.
Ainda hoje é um dos maiores artilheiros da história do Atlético de Madrid.
Além dos títulos conquistados no Grêmio, Baltazar conquistou Campeonato Brasileiro (1983), Taça Rio, Torneio de Genebra, Philips Cup, Troféus Cidade de Vigo, Villa de Madrid e Rámon de Carranza, Copa América (pela Seleção Brasileira em 1989), Taça de Portugal (pelo Porto em 1990/91) e Campeonato Goiano.
Foi artilheiro do Campeonato Goiano (1978 e 1994), Campeonato Gaúcho (1980 e 1981), Campeonato Carioca (1984) e Campeonato Espanhol (1988/89). Também foi eleito Bola de Prata da Revista PLACAR em 1980 quando atuava pelo Grêmio.
Pela Seleção Brasileira, Baltazar disputou 7 partidas e marcou 3 gols.
Baltazar foi homenageado pelo Grêmio colocando seus pés na Calçada da fama do Clube.
Foi um dos criadores do movimento "Atletas de Cristo" e um dos primeiros a comemorar seus inúmeros gols apontado para o céu (cena comum atualmente).
Muito religioso, virou pastor. Tem dois filhos (Mateus e Michelle), mora no Jardim Florença, em Goiânia-GO, e é empresário e presidente da "Missão Atletas de Cristo do Brasil".
Abílio
Alcindo

Sapucaia do Sul-RS
Altura: 1,72m
Peso: 71kg





