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Adams



Ondigui Adams
Nascimento: 28/12/1987
Yaoundê - Camarões
Posição: Meia
Curiosidades: Revelado pelo Nassara, atuou na maior parte de sua carreira no Brasil, vestindo as camisas de Portuguesa Santista (2006 e 2009) Santos (2006), onde chegou a ser inscrito para a Copa Sul-Americana daquele ano com a camisa 25, mas não entrou em campo pelos profissionais; Sport Recife (2007), Grêmio (2007, por empréstimo) e Camboriú (2011 a 2012). Ele ainda chegou a realizar um período de testes no Fortaleza em 2009, mas não assinou contrato.
Em seu país, jogou pelo Canon Yaoundé entre 2011 e 2012.
Aposentou-se dos gramados com apenas 26 anos, quando atuava pelo Eysines, clube das divisões amadoras da França.

Anderson

Anderson, o herói da Batalha dos Aflitos



Anderson Luís de Abreu Oliveira
Nascimento: 13/04/1988
Porto Alegre-RS
Altura: 1,75m
Peso: 78kg
Posição: Meia
Estreia: Grêmio 1x3 Internacional (23/10/2004)
Última partida: Náutico 0x1 Grêmio (26/11/2005)
Jogos/gols: 181/12
Títulos: Campeão Brasileiro - Série B

       Anderson, o Andershow iniciou nas categorias de base do Grêmio. Em 2004 subiu para os profissionais. Surgiu como um verdadeiro craque da bola.
       Fez sua estreia perdendo por 3x1 para o Internacional no dia 23 de outubro de 2004, inclusive marcando seu primeiro gol pelo Grêmio já nesta partida, no Estádio Olímpico. Este foi seu único Gre-Nal disputado. Em um ano difícil para o Grêmio, o garoto surgiu como uma esperança, porém não conseguiu evitar o rebaixamento. 
       No ano seguinte Anderson começou a se destacar, sempre com dribles desconcertantes e em velocidade. Durante a campanha na série B, Anderson foi decisivo em muito jogos, mas nada comparado ao jogo final da competição. O jogo denominado com "A Batalha dos Aflitos" consagrou o meia Anderson. Após o segundo pênalti injustamente marcado contra o Grêmio, o goleiro Galatto fez a defesa, a bola foi para escanteio, a defesa recuperou a bola e tocou em Anderson, que ao tentar passar pelo zagueiro Batata foi duramente atingido (provocando a expulsão do jogador do Náutico - vale lembrar que o Grêmio já estava com somente 7 jogadores em campo). O Grêmio cobrou rápido, a Anderson dominou, foi em direção a área, levou a bola, virou o corpo e arrematou com o pé esquerdo na saída do goleiro. O que 71 segundos atrás poderia ter sido a permanência do Grêmio no inferno da série B se transformou em título e em acesso à Série A de 2006. Foi Inacreditável. Este jogo foi tão icônico na história do Grêmio e do esporte que acabou virando livro e dois DVDs. Este foi o último jogo de Andershow jogando pelo Tricolor. Fez apenas 30 jogos com a camisa do Grêmio, marcando 8 gols.


       Se destacou tanto que antes mesmo do jogo épico de Recife, Anderson já havia sido vendido ao Porto, no meio do ano de 2005, porém ficou no Grêmio até o final da temporada e acabou escrevendo esta importante página na história do Imortal Tricolor.
       No clube Português conquistou a Primeira Liga (2005-06 e 2006-07) e a Taça de Portugal (2005-06). Em 2007 foi contratado pelo Manchester United por 31,5 milhões de Euros. Ficou no time inglês até 2015, porém sendo emprestado para a Fiorentina em 2014. No Manchester venceu 4 Premier League, 1 Liga dos Campeões da UEFA, 4 Supercopa da Inglaterra, 2 Copas da Liga Inglesa e 1 Mundial de Clubes em 2008. Disputou 181 jogos e marcou 12 gols. Em 2015 foi contratado pelo Internacional, onde foi Bicampeão Gaúcho (2015 e 2016), Recopa Gaúcha (2016) e participou da campanha que rebaixou o Inter em 2016. Jogou 88 jogos e marcou 6 gols pelo Inter. 
       Foi emprestado ao Coritiba em 2017 (quando foi campeão paranaense) e em janeiro de 2018 rescindiu com o Internacional. Ainda em 2018 foi para o Adana Demirspor da Turquia onde encerrou sua carreira em setembro de 2019 com apenas 31 anos de idade.
       Anderson participou da Seleção Brasileira desde o Sub-16 a até a Seleção Principal. Foi Ouro na Copa América de 2007 e Bronze nos jogos Olímpicos de Pequim em 2008. 
       Tem como premiações individuais: Melhor jogador da Copa do Mundo FIFA Sub-17 em 2005, Melhor Jogador do Campeonato Brasileiro Série B em 2005, Melhor Jogador da Primeira Liga em 2006-07 e prêmio Golden Boy (uma premiação anual entregue pelo jornal italiano Tuttosport desde 2003, destinada ao melhor jogador com idade abaixo de 21 anos atuando na Europa).

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Abél




Abél Marinho de Andrade Júnior
Nascimento: 22/07/1984
São Paulo-SP
Posição: Ponteiro Esquerdo
Estreia: Universidad de Chile 0x1 Grêmio (01/07/2004)
Última partida: Grêmio 1x1 Guarani (11/08/2004)
Jogos/gols: 2/0

Abel jogou apenas duas partidas pelo Grêmio no ano de 2004.


Adão



José Adão Fonseca
Nascimento: 30/11/1972
Claro dos Poções-MG
Posição: Centroavante
Estreia: Grêmio 0x1 Palmeiras (06/08/2000)
Última partida: Grêmio 4x1 Gama (28/10/2000)
Jogos/gols: 11/1
Títulos: Adão se destacou no Caxias, justamente em meio às finais contra o Grêmio, quando o time da Serra foi campeão dentro do Estádio Olímpico em 2000 despertando o interesse do Tricolor, porém não teve tanto sucesso no time da Capital.

Ânderson Lima


Ânderson Lima Veiga
Nascimento: 18/03/1973
São Paulo-SP
Posição: Lateral-direito
Altura: 1,76 m
Peso: 74 kg
Estreia: Grêmio 3x0 Atlético-MG (13/02/2000)
Última partida: Grêmio 3x0 Corinthians (14/12/2003)
Jogos/Gols: 191/36
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (2001)

    Ânderson Lima foi um lateral-direito conhecido pela precisão nas cobranças de falta e pela marcante passagem pelo Grêmio no início dos anos 2000. 
    Revelado pelo Juventus-SP, clube tradicional de São Paulo, Ânderson chamou a atenção e logo se transferiu para Guarani, Santos e depois São Paulo, consolidando-se como lateral de alto nível no cenário nacional. Pelo Santos, viveu período vitorioso, conquistando o Torneio Rio-São Paulo de 1997 e a Copa Conmebol de 1998, sendo um dos destaques pela qualidade nas bolas paradas.​
    Em 2000, chegou ao Grêmio e estreou com gol na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético-MG, pela Copa Sul-Minas, prenúncio da importância que teria no clube. Especialista nas cobranças de falta, marcou 36 gols pelo Tricolor, um número extraordinário para um lateral, incluindo uma sequência em que balançou as redes 5 vezes em 6 jogos.​
    Pelo Grêmio, conquistou o Campeonato Gaúcho e o tetracampeonato da Copa do Brasil em 2001, em uma final disputada em pleno Morumbi. Despediu-se do clube também com gol em outra vitória por 3 a 0, desta vez contra o Corinthians, no Estádio Olímpico, coroando um ciclo de quatro temporadas muito vitoriosas.​
    No maior clássico do futebol gaúcho, Ânderson disputou 11 Gre-Nais, com 6 vitórias, 3 empates e apenas 2 derrotas, obtendo aproveitamento superior a 60%. Com ele em campo, o Grêmio marcou 13 gols e sofreu 8 nesses jogos; sua estreia no clássico foi em 30 de abril de 2000, no empate por 1 a 1 no Beira-Rio, e o último Gre-Nal ocorreu em 12 de outubro de 2003, vitória gremista por 1 a 0, novamente no Beira-Rio.​
    Depois de deixar Porto Alegre, seguiu defendendo São Caetano, Albirex Niigata (Japão), retornou ao São Caetano e passou ainda por Coritiba, Ituano, Operário de Campo Grande, Bragantino e Chapecoense. Nessa etapa, ampliou o currículo de títulos: foi campeão paulista de 2004 pelo São Caetano e campeão brasileiro da Série B de 2007 com o Coritiba.​
    Em categorias de base da Seleção Brasileira, também teve trajetória vitoriosa, conquistando o Sul-Americano Sub-17 em 1988 e o Sul-Americano Sub-20 em 1991. No cenário nacional, é um dos laterais que mais marcaram gols na história do Campeonato Brasileiro, somando 40 gols na competição e figurando entre os defensores mais artilheiros do país.​
    Após pendurar as chuteiras, Ânderson Lima passou a atuar na área técnica, inicialmente como auxiliar em clubes como Portuguesa e Bahia. Posteriormente, assumiu funções de treinador, incluindo trabalhos nas categorias de base e em equipes que disputam a Copa São Paulo de Futebol Júnior, dando sequência à sua longa ligação com o futebol agora à beira do gramado.




Ânderson Polga




Ânderson Corrêa Polga
Nascimento: 09/02/1979 
Santiago-RS
Posição: Zagueiro
Altura: 1,83 m
Peso: 76 kg
Estreia: Grêmio 8x0 Lajeadense (14/04/1999)
Última partida: Paysandu 1x1 Grêmio (17/07/2003)
Jogos/Gols: 170/9
Títulos: Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho (1999 e 2001)

    Ânderson Polga é um ex-zagueiro brasileiro que construiu uma carreira sólida e vitoriosa, iniciada no Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e coroada com o título da Copa do Mundo de 2002 pela Seleção Brasileira.​
    Revelado pelo Grêmio, Polga começou a atuar profissionalmente como volante, mas foi recuado para a zaga, posição em que encontrou o espaço ideal para explorar sua leitura de jogo, firmeza nos desarmes e bom posicionamento defensivo. Suas atuações consistentes pelo Tricolor gaúcho renderam títulos e chamaram a atenção em âmbito nacional.​
    Fazia parte do grupo, porém não fez nenhuma partida da campanha que levou o Grêmio a conquistar a Copa Sul de 1999.
    Polga abriu o placar aos 4 minutos contra o Juventude no jogo em que o Grêmio venceu o Campeonato Gaúcho de 2001 por 3x1. Outro gol importante do zagueiro foi na grandiosa vitória do Grêmio por 4x2 sobre o River Plate em pleno Monumental de Núñez em jogo válido pela Copa Mercosul. O gol foi o terceiro do Grêmio, desempatando a partida aos 35 do segundo tempo. Aos 44 minutos, Zinho decretou a grande vitória marcando o quarto gol.
    O desempenho no clube o levou à Seleção Brasileira, colocando o zagueiro formado em Porto Alegre no seleto grupo de atletas do Grêmio convocados para uma Copa do Mundo. No imaginário da torcida tricolor, Polga passou a ser lembrado como um defensor seguro, de trajetória ligada diretamente ao período em que o clube seguia revelando talentos e contribuindo para o cenário do futebol brasileiro.​ Jogou todas as partidas da campanha do Grêmio do quarto título da Copa do Brasil na história do clube. 
    Disputou 11 Gre-Nais (5 vitórias, 4 empates e 2 derrotas), com um aproveitamento de 57.58%. Com ele em campo, foram 13 gols a favor e 9 gols sofridos. Estreou no Clássico em 20 de novembro de 1999 (1x1 no Olímpico pela Seletiva da Libertadores) e seu último clássico foi em 9 de março de 2003 (derrota por 1x0 no Beira-Rio). Disputou 170 partidas com a camisa do Grêmio.
    Polga foi convocado para a Copa do Mundo de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão, onde vestiu a camisa 14 e integrou o elenco que conquistou o pentacampeonato mundial. Mesmo sem ser titular absoluto, participou e deixou boa impressão, consolidando seu nome entre os campeões mundiais com a Amarelinha.​
    Entre 2002 e 2003, Polga disputou 11 jogos e marcou 3 gols pela Seleção Brasileira, números significativos para um defensor, mas que não foram suficientes para garantir continuidade após aquele ciclo. Ainda assim, sua passagem, embora curta, ficou marcada pelo título mundial, frequentemente lembrado em sua biografia como o ponto mais alto da carreira internacional.​
    Logo após o Mundial de 2002, Ânderson Polga transferiu-se para o Sporting Clube de Portugal, onde viveu a fase mais longa e estável de sua carreira. Em quase uma década em Lisboa, tornou-se um dos pilares da defesa, somando mais de 300 jogos oficiais, conquistas de taças nacionais e status de estrangeiro respeitado pela torcida portuguesa.​
    Em 2012, retornou ao Brasil para defender o Corinthians, clube pelo qual atuou em poucas partidas, mas do qual fez parte do grupo campeão do Mundial de Clubes da FIFA naquele ano. Após o término do contrato, ainda tentou viabilizar um retorno ao Grêmio, desejo que acabou não se concretizando, e optou por encerrar a carreira profissional, levando consigo a imagem de zagueiro correto, vitorioso e com raízes marcantes no Tricolor gaúcho.




Arce

 


Arce. Para muitos, o melhor lateral direito do clube.

Francisco Javier Arce Rolón
02/04/1971
Paraguarí - Paraguai
Altura: 1,78m
Peso: 77kg
Posição: Lateral direito
Estreia: Palmeiras 3x2 Grêmio (21/02/1995)
Última partida: Fluminense 0x2 Grêmio (08/11/1997)
Jogos/gols: 145/13
Títulos: Campeonato Gaúcho e Libertadores da América (1995), Recopa Sul-Americana, Campeonato Gaúcho e Campeonato Brasileiro (1996) e Copa do Brasil (1997). Conquistou ainda os seguintes torneios internacionais: Sanwa Bank Cup (1995), Copa Renner e Troféu Agrupación Peñas Valencianas (1996) e Troféu Colombino (1997), somando um total de 10 conquistas.

       Arce começou sua carreira na base do clube 15 de Mayo, depois passou pelo Cerro Porteño, onde se tornou profissional em 1989 e ficou até 1994. Em 1995 foi contratado pelo Grêmio junto com seu colega de seleção, o zagueiro Rivarola. Arce veio para substituir o lateral Ayupe, Campeão da Copa do Brasil de 1994. "Chiqui" Arce, como ficou conhecido era perfeito nas cobranças de escanteios e cruzamentos para a área. Inúmeros gols da dupla de ataque formada por Paulo Nunes e Jardel tiveram origem no ótimo pé direito de Arce, que cruzava com precisão.
     Jogou no Grêmio até 1997 e conquistou inúmeros títulos: Campeonato Gaúcho e Libertadores da América (1995), Recopa Sul-Americana, Campeonato Gaúcho e Campeonato Brasileiro (1996) e Copa do Brasil (1997). Conquistou ainda os seguintes torneios internacionais: Sanwa Bank Cup (1995), Copa Renner e Troféu Agrupación Peñas Valencianas (1996) e Troféu Colombino (1997), somando um total de 10 conquistas.
       Sua estreia foi no Palmeiras 3x2 Grêmio (21/02/1995) na primeira rodada da Libertadores (que teria o Grêmio como campeão). Disputou 8 Gre-Nais (2 vitórias, 3 empates e 3 derrotas). Com ele em campo, foram 10 gols a favor e 13 gols sofridos. Estreou no Gre-Nal pelo Grêmio em 2 de abril de 1995 e seu último clássico foi em 24 de agosto de 1997. 
       Arce jogou 145 jogos pelo Grêmio, marcando 13 gols. Foi dele o gol que abriu o caminho para a histórica goleada do Grêmio sobre o Palmeiras por 5x0 nas quartas-de-final da Libertadores de 1995, num lindo chute de fora da área aos 42 minutos do primeiro tempo. 
       A última vez que Arce vestiu a camisa do Grêmio oficialmente foi no dia 08/11/1997 no jogo Fluminense 0x2 Grêmio. Em dezembro de 2009, participou do jogo de despedida do Danrlei no Estádio Olímpico, atuando no time do goleiro, relembrando a parceria de tantos títulos. 
       Após sua saída do Grêmio, defendeu o Palmeiras, Gamba Osaka, Libertad e 12 de Octubre onde encerrou a carreira de jogador em 2006.
       Com passagens notáveis por Cerro Porteño, Grêmio e Palmeiras, é o 7º defensor com mais gols no Campeonato Brasileiro (em 139 partidas, marcou 31 gols). Foi eleito por sete anos seguidos (1996 a 2002) o melhor lateral-direito das Américas. Foi considerado o melhor lateral direito pela CBF em 1996 e 1998. Bola de Prata da Revista PLACAR como melhor lateral direito do Campeonato Brasileiro em 1998, 2000 e 2001. Melhor futebolista Sul-Americano do Ano em 1999 e o lateral direito da Seleção Ideal da Copa do Mundo de 2002 pelo "El Mundo". Em toda a carreira, marcou 101 gols.


       Além dos 10 títulos conquistados no Grêmio, Arce tem as seguintes conquistas na carreira: Campeonato Paraguaio pelo Cerro em 1990, 1992 e 1994 e Torneio República em 1991. Pelo Palmeiras conquistou a Copa do Brasil e a Copa Mercosul (1998), Libertadores da América (1999), Torneio Rio-São Paulo e Copa dos Campeões (2000). Pela Seleção Paraguaia foi campeão do Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano Sub-23 em 1992.
       Com a camisa do Paraguai jogou 61 partidas e marcou 5 gols. Disputou a Copa do Mundo duas vezes (1998 e 2002), três vezes a Copa América (1995, 1997 e 1999) e em 1992 disputou uma Olimpíada.
       Após encerrar a carreira Arce se tornou técnico de futebol, inclusive cotado algumas vezes pela imprensa como uma alternativa futura para o Grêmio. Nesta função, Arce foi eleito o melhor técnico duas vezes no Paraguai (2009 e 2015). Foi campeão da División Intermedia pelo Rubio Ñu em 2008. Campeão Paraguaio 2013 (Clausura), 2020 (Apertura) e 2021 (Clausura) pelo Cerro Porteño. Pelo Olimpia foi Campeão Paraguaio 2015 (Clausura).
       Arce foi técnico da Seleção Paraguaia entre 2016 e 2017. Atualmente é treinador do Club General Díaz do Paraguai. 

Adilson

Adilson, o Capitão América. Um dos maiores zagueiros da história do Grêmio.


Adilson dias Batista
Nascimento: 16/03/1968
Adrianópolis-PR
Altura: 1,82 m
Peso: 77 kg
Posição: Zagueiro
Estreia: Grêmio 4x0 Esportivo (01/02/1995).
Última partida: Portuguesa 2x0 Grêmio (11/12/1996).
Jogos/gols: 113/13
Títulos: Campeonato Gaúcho e Libertadores da América (1995), Campeonato Gaúcho, Recopa Sul-Americana e Campeonato Brasileiro (1996). Além destes títulos, ainda conquistou a Sanwa Cup (1995), Copa Renner (1996) e Troféu Agrupación Peñas Valencianas (1996).

       Capitão América. Assim passou a ser chamado pelo jornalista Jorge Estrada o zagueiro Adilson Batista após levantar a taça da Libertadores da América em 1995 vestindo a camisa do Grêmio.
       Sete anos antes, Adilson iniciava sua carreira profissional no Athletico Paranaense. Em 1989 foi para o Cruzeiro, onde permaneceu até 1993. Neste mesmo ano teve uma passagem pelo Internacional. Em 1994 foi para o Atlético-MG, onde participou de um ótimo time apelidado de "Selegalo" com nomes como Renato Portaluppi e Neto.
       Em 1995 Adilson chega ao Grêmio onde teve seu maior sucesso como jogador profissional.
Seu primeiro jogo foi Grêmio 4x0 Esportivo (01/02/1995).
       Adílson conquistou 8 títulos no Grêmio: Campeonato Gaúcho e Libertadores da América (1995), Campeonato Gaúcho, Recopa Sul-Americana e Campeonato Brasileiro (1996). Além destes títulos, ainda conquistou a Sanwa Cup (1995), Copa Renner (1996) e Troféu Agrupación Peñas Valencianas (1996).
       Adilson disputou 3 Gre-Nais (1 vitória, 1 empate e 1 derrota). Foram 4 gols a favor e 4 gols sofridos. Estreou no Gre-Nal pelo Grêmio em 2 de abril de 1995 (derrota por 2x1 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 22 de setembro de 1996 (vitória por 2x1 também no Beira-Rio). Era uma época em que o Grêmio invariavelmente se via em meio a disputas internacionais e excursões, o que fazia o Grêmio atuar com equipes alternativas, e que fazia com que seus principais jogadores disputassem menos Gre-Nais. Exemplo disto é o título gaúcho de 1995, onde o Grêmio venceu o rival com um time recheado de reservas, o que rendeu o apelido do time de "Banguzinho".
       Era um ótimo zagueiro, com ótimo tempo de bola tanto por baixo quando nas bolas altas. Era um dos cobradores oficiais de pênalti do clube, chegando a marcar 3 gols de pênalti exatamente iguais na vitória por 3x0 sobre o seu clube de origem, o Athletico Paranaense no Estádio Olímpico.
       Seu último jogo pelo Grêmio foi o jogo de ida da final do Campeonato Brasileiro de 1996 (Portuguesa 2x0 Grêmio) no dia 11/12/1996. Mauro Galvão foi o seu substituto 4 dias depois, quando o Grêmio venceu a Lusa por 2x0 e confirmou o Bi-Campeonato Brasileiro. Com a camisa do Grêmio Adilson jogou 113 jogos e marcou 13 gols. O Capitão América está na Calçada da Fama desde 1996.


       Depois do Tricolor Adilson jogou ainda pelo Jubilo Iwata (entre 1997 e 1999) e encerrou sua carreira de jogador aos 33 anos no Corinthians em 2000.
       Por outros clubes conquistou inúmeros títulos. Campeão paranaense em 1988. Pelo Cruzeiro foi Campeão Mineiro (1990 e 1992), da Supercopa Sul-Americana (1991 e 1992). No Jubilo Iwata ganhou a Supercopa da Ásia (1999) e pelo Corinthians ganhou a Copa do Mundo de Clubes da FIFA em 2000. Adilson foi Bola de Prata da Revista Placar em 1990 e 1996.
       Após encerrar sua carreira, Adilson se tornou treinador. Em 2003 e 2004 foi técnico do Grêmio em 49 jogos (20 vitórias, 16 empates e 13 derrotas). O primeiro jogo em que Adilson comandou o Tricolor foi em 23/08/2003 em Grêmio 0x0 São Caetano e o último foi em 02/06/2004 no jogo Canoas 3x1 Grêmio.
       Adilson dirigiu a maioria dos grandes clubes brasileiros desde 2001. Em 2006/2007 passou pelo Jubilo Iwata, mesmo time em que foi jogador. Conquistou o Campeonato Potiguar de 2002 pelo América-RN. Pelo Figueirense foi campeão catarinense em 2006 e pelo Cruzeiro foi Bi-campeão mineiro (2008 e 2009).

Alexandre (Xoxó)


Alexandre de Ávila Vieira (Alexandre Xoxó)
Nascimento: 20/06/1969
Pelotas–RS
Posição: Meia
Altura: 1,77 m
Peso: 74 kg
Estreia pelo Grêmio: Grêmio 4x0 Esportivo (01/02/1995)
Último jogo pelo Grêmio: Santos 2x2 Grêmio (22/01/1996)
Jogos/gols: 45/6
Títulos: Copa Libertadores da América e Campeonato Gaúcho (1995).

    Alexandre teve uma carreira marcante no futebol brasileiro, com destaque para sua passagem pelo Grêmio em 1995. Estreou pelo Tricolor gaúcho em 01/02/1995, na vitória por 4x0 contra o Esportivo, e disputou 45 partidas, marcando 6 gols até seu último jogo pelo clube, um empate em 2x2 contra o Santos, em 22 de janeiro de 1996.
    Durante sua atuação no Grêmio, Alexandre participou de três clássicos Gre-Nais, com um aproveitamento de 44,44%, somando uma vitória, um empate e uma derrota. Seu primeiro Gre-Nal foi em 02/04/1995, na derrota por 2x1 para o Internacional no Beira-Rio, enquanto seu último foi em 13/08/1995, quando o Grêmio venceu por 2x1 no Estádio Olímpico e conquistou o Campeonato Gaúcho, o chamado "Cafezinho", pois naquele ano, o time desta conquista ficou conhecido como "Banguzinho" devido ao uso de equipe mista nas competições estaduais, priorizando a Copa do Brasil — na qual foi vice-campeão — e a Copa Libertadores da América, competição que conquistou no glorioso ano de 1995.
    Além do título estadual e da Libertadores, Alexandre foi também vice-campeão mundial pelo Grêmio naquele mesmo ano num jogo extremamente equilibrado contra o poderoso Ajax, base da seleção Holandesa, quando o Grêmio só foi derrotado nos pênaltis, jogando com 10 boa parte do tempo do jogo pela expulsão (pelo telão) do zagueiro Rivarola.
    Ao longo de sua carreira, Alexandre passou por diversos clubes do futebol brasileiro, como Pelotas, Goiás, Internacional, Araçatuba, Guarani, Juventude, Rio Branco-SP, Santo André, Gama, Botafogo, Flamengo — onde foi campeão da Copa dos Campeões em 2001 — Portuguesa, Nacional-AM, Figueirense, Volta Redonda e São Raimundo, seu último clube em 2006.

Ayupe



Marco Aurélio Ayupe
Nascimento: 25/04/1969
São João Nepomuceno-MG
Posição: Lateral direito
Estreia: Copenhague 1x0 Grêmio (07/01/1994)
Última partida: Grêmio 1x4 Internacional (17/12/1994)
Jogos/gols: 74/8
Títulos: Copa do Brasil (Invicto) em 1994.

    Marco Aurélio Ayupe é um ex-lateral-direito que teve conquistas importantes e passagens por grandes clubes do futebol brasileiro. Começou na base do Vasco da Gama em 1982 e, após se destacar, chegou ao profissional, onde fez 65 partidas pelo clube carioca. Nesse período, participou de um elenco vitorioso, conquistando o Campeonato Brasileiro de 1989, o Troféu Ramón de Carranza no mesmo ano, a Taça Guanabara e a Taça Adolpho Bloch em 1990, além do Torneio João Havelange em 1993, títulos que consolidaram sua passagem por São Januário.​
Depois de suas primeiras temporadas como profissional no Vasco, Ayupe defendeu o Bragantino entre 1991 e 1993, retornando em seguida ao clube cruz-maltino para mais um período no time que o revelou. 
    Em 1994, transferiu-se para o Grêmio, onde viveu um dos momentos mais marcantes da carreira ao conquistar a Copa do Brasil de forma invicta, fazendo parte de um grupo histórico do clube gaúcho. Nos clássicos Gre-Nal, disputou apenas duas partidas, ambas com derrotas gremistas (1x0 no Beira-Rio e 4x1 no Estádio Olímpico), mas deixou sua marca com um golaço, um raro gol olímpico.​
    Após a passagem por Porto Alegre, Ayupe seguiu trajetória por diversos clubes, como Portuguesa de Desportos, Corinthians, Portuguesa Santista, São José-SP, Comercial de Ribeirão Preto, Mogi Mirim e América-RJ, demonstrando versatilidade e experiência em diferentes centros do futebol nacional. Pelo Mogi Mirim, conquistou o Campeonato Paulista Série A2 em 1995; com a camisa da Portuguesa, levantou o Torneio Início Paulista de 1996; e pelo Corinthians integrou o elenco campeão do Campeonato Paulista de 1997. 
    Depois de encerrar a carreira como jogador, manteve o vínculo com o esporte, passando a trabalhar com futebol para crianças, dedicando-se à formação de novos atletas e cidadãos ao compartilhar sua experiência.



Arílson


 Arílson, meia habilidoso e Campeão da Libertadores pelo Grêmio.


Arílson Gilberto da Costa
Nascimento: 11/06/1973
Bento Gonçalves-RS
Altura: 1,76 m
Peso: 73 kg
Posição: Meia
Estreia: Copenhague 1x0 Grêmio (07/01/1994)
Última partida: Atlético-MG 1x0 Grêmio (11/12/2004)
Jogos/gols: 158/11
Títulos: Copa do Brasil (1994), Campeonato Gaúcho (1995, 1996 e 1999), Libertadores da América (1995) e Copa Sul (1999).

       Arílson era um meia extremamente habilidoso e talentoso. Drible fácil, perna esquerda de ótimo passe e ótimo chute. Iniciou  sua carreira na base do Esportivo, de Bento Gonçalves, onde chamou muito a atenção do Grêmio que o trouxe para Porto Alegre em 1993. Sua estreia aconteceu no dia 07/01/1994 no jogo contra o Copenhague, derrota de 1x0 válido pela Copa do Rei, disputada na Tailândia.
       Vestindo a camisa do Grêmio, Arílson venceu a Copa do Brasil (1994), Campeonato Gaúcho (1995, 1996 e 1999), Libertadores da América (1995) e Copa Sul (1999).
       Arílson disputou 10 Gre-Nais pelo Grêmio (3 vitórias, 3 empates e 4 derrotas). Com ele em campo, foram 12 gols a favor (nenhum marcado por ele) e 15 gols sofridos. Estreou no Gre-Nal pelo Grêmio em 16/10/1994 e seu último clássico foi em 23/10/2004.
       O meia disputou 158 jogos pelo Grêmio, fazendo 11 gols. Um destes gols foi um dos 5 marcados pelo Grêmio sobre o Palmeiras na histórica goleada por 5x0 pela Libertadores da América de 1995. Arílson emendou um chute com sua ótima perna esquerda. A bola subiu e desceu rápido, já nas costas do goleiro Veloso, morrendo nas redes da goleira que ficava situada do lado do Ginásio David Gusmão (à esquerda das cabines de imprensa do Estádio Olímpico).


       Arílson chamou a atenção dos Alemães no final de 1995, mais precisamente pelo Kaiserslautern onde ficou por uma temporada. Após voltar da Alemanha Arílson jogou pelo Inter e pelo Palmeiras e em 1999 voltou a vestir a camisa do Grêmio. 
       Entre 1995 e 1996 Arílson jogou 7 vezes pela Seleção Brasileira, onde protagonizou uma história inusitada: como não estava sendo aproveitado pelo técnico Zagalo e o Grêmio (onde Arílson era um dos titulares) disputava fases decisivas, Arílson não pensou duas vezes vindo embora para Porto Alegre para poder jogar pelo Grêmio.
       Seu último jogo pelo Grêmio foi contra o Atlético-MG, no dia 11/12/2004 na derrota por 1x0 pelo Campeonato Brasileiro.
       Pelo Kaiserslautern foi campeão da Copa da Alemanha (1996), Campeão Gaúcho pelo Inter (1997), pelo Palmeiras venceu a Copa Mercosul e Copa do Brasil (1998). Pelo América-MG venceu a Copa Sul-Minas em 2000 e pelo XV de Novembro venceu o título do Interior em 2002.
Arílson atuou por alguns clubes, tais como: Real Valladolid, América-MG, Universidad de Chile, 15 de Novmembro, Portuguesa, Avaí, Al-Ettifaq, Grêmio em 2004, Farroupilha, América-RN, Sampaio Corrêa e Glória.
       Disputou o Gauchão de 2005 pelo Farroupilha, depois esteve no Nordeste jogando pelo América-RN. Em 2007, retornou ao Rio Grande do Sul para defender o Glória de Vacaria. Ainda passou por Santa Catarina, jogando por Imbituba e Cidade Azul. Depois São Luiz de Ijuí e Itinga do Maranhão. Também jogou pelo 14 de Julho de Livramento.
Em 2011, retornou ao futebol profissional para defender o Imbituba, que havia subido para a primeira divisão do Campeonato Catarinense. Após o término do Campeonato, Arílson aceitou trabalhar como técnico nas categorias de base do clube.
       Em 2016, seguia morando em São Leopoldo-RS, onde ocupava o cargo de técnico da equipe sub-20 do Clube Esportivo Aimoré. No ano seguinte, foi efetivado e assumiu o time profissional do "Índio Capilé".
       Em 2017 Arílson foi campeão da Copa de Seleções Estaduais Sub-20 como técnico do Rio Grande do Sul.
       Atualmente, participa de partidas do Campeonato Brasileiro de Showbol pela equipe do Grêmio, juntamente com os ex-companheiros do futebol Carlos Miguel e Alexandre Gaúcho.

Agnaldo




Agnaldo Liz Souza
Nascimento: 07/06/1968
Florianópolis-SC, Brasil
Posição: Zagueiro
Altura: 1,80 m
Peso: 76 kg
Estreia: Sport 1x0 Grêmio (22/09/1993)
Última partida: Grêmio 4x3 Santa Cruz-RS (11/12/1994)
Jogos/gols: 89/13
Títulos: Copa do Brasil (Invicto) em 1994.

    Começou a carreira na base do Figueirense em 1981. Entre 1991 e 1993 atuou pelo Vitória até que chegou no Grêmio em 1993.
    Agnaldo fez gols importantes pelo Grêmio.  Um destes gols foi na vitória de 1x0 contra o Vitória-BA no jogo de ida pela Copa do Brasil, título que o Grêmio conquistaria de forma invicta em 1994. No empate em 1x1 contra o Internacional pelo Campeonato Brasileiro Agnaldo foi quem garantiu o empate.
    Em outros tantos jogos da temporada ele fez gols que garantiram a vitória ou livraram o Grêmio da derrota, demonstrando ser um zagueiro firme na defesa e artilheiro no ataque.
    Disputou 2 Gre-Nais: derrota no Beira-Rio por 1x0 no dia 12 de junho de 1994 e empate no Olímpico em 1x1 no dia 16 de outubro de 1994, gol marcado por ele.
Depois do Grêmio, jogou por Flamengo, Guarani, Palmeiras, Fluminense, América-MG, Olaria, União São João e Lages.
    Ao longo da sua trajetória venceu a Copa Santa Catarina pelo Figueirense, Campeonato Baiano pelo Vitória e Copa do Brasil, Copa Mercosul, Libertadores da América, Torneio Rio-São Paulo e Copa dos Campeões pelo Palmeiras, onde disputou 106 partidas.
    Atualmente Agnaldo é treinador de futebol com uma extensa carreira dirigindo, na maioria das vezes, clubes do Nordeste brasileiro.
    Como treinador conquistou o campeonato baiano por dois clubes diferentes: pelo Vitória em 2004 e pelo Atlético de Alagoinhas em 2021 e 2022.




Adil

 


Adil Pimenta de Souza Júnior
Nascimento: 23/07/1965
São João Nepomuceno-MG
Altura: 1,77 m
Peso: 71kg
Posição: Ponta esquerda
Estreia: Irã 0x1Grêmio (30/07/1993)
Última partida: Mundo Novo 0x12 Grêmio (20/11/1993)
Jogos/gols: 25/4
Curiosidades: Adil sofreu um acidente automobilístico em 2000, tem sequelas até os dias atuais, porém luta bravamente para viver com a melhor qualidade possível.

Ademir Maria



Ademir Antônio Maria
Nascimento: 01/12/1955
Canoas-RS
Altura: 1,84 m
Peso: 74kg
Posição: Goleiro
Estreia: Juventus de Feliz 0x2 Grêmio (17/05/1992)
Última partida: Bologna 1x1 Grêmio (18/08/1993)
Jogos/gols: 19/-11
Títulos: Campeonato Gaúcho (1993).

    Ademir Maria chegou ao Grêmio em 1992 com larga experiência depois de ter atuado em clubes como Santos, Cruzeiro e Internacional. Como jogador fez 19 partidas como goleiro do Grêmio. Um destes jogos foi o seu único Gre-Nal com a camisa Tricolor: um 0x0 em julho de 1993, quando o Grêmio recebeu as faixas de Campeão Gaúcho daquele ano.
    Foi também foi treinador de goleiros do Grêmio entre 1997 e 1999, período em que o Grêmio foi Campeão da Copa do Brasil de 1997 e Torneio Colombino de 1997, Copa Sul e Campeonato Gaúcho de 1999. Como treinador (interino), em 1997 dirigiu o Grêmio em apenas uma partida: outro Gre-Nal, porém desta vez no Beira-Rio com título para o rival.



Alfinete



Carlos Alberto Dario de Oliveira
Nascimento: 01/02/1961
Jales-SP
Posição: Lateral-direitro
Altura: 1,85 m
Peso: 70 kg
Estreia: Grêmio 2x2 Caxias (08/04/1987)
Última partida: Palmeiras 3x1 Grêmio (30/10/1993)
Jogos/gols: 195/13
Títulos: Copa do Brasil (1989), Supercopa do Brasil (1990) e Campeonato Gaúcho (1987, 1988, 1989 e 1990).

    Alfinete, nascido Carlos Alberto Dario de Oliveira, começou sua trajetória no futebol pelo XV de Jaú e ficou conhecido nacionalmente ao ser contratado pelo Corinthians em 1981, clube onde se firmou como titular da lateral-direita e participou do histórico movimento da “Democracia Corinthiana”. Pelo Timão, conquistou dois Campeonatos Paulistas (1982 e 1983) antes de se transferir para a Ponte Preta. Depois de dois anos no clube campineiro, seguiu para o Joinville, onde reencontrou seu bom futebol e chamou atenção de grandes equipes brasileiras.
    Em 1987, Alfinete chegou ao Grêmio e logo fez parte do time campeão gaúcho, tornando-se fundamental nas campanhas vitoriosas e marcando época como símbolo de disciplina e regularidade defensiva. Ganhou destaque nacional ao conquistar a Bola de Prata da Revista Placar em 1988, período em que integrou o “Grêmio Show”, equipe reconhecida pelo talento técnico ao lado de nomes como Valdo, Mazzaropi, Cuca, Assis, Kita e Edinho. Como lateral, sua principal marca foi a força física aliada ao apoio ofensivo. Foi campeão invicto da Copa do Brasil, a primeira edição realizada em 1989, tendo o Grêmio como pioneiro no estado em mais uma conquista, como já havia feito com Libertadores da América e o Mundial (ambos em 1983).
    Disputou 16 Gre-Nais (6 vitórias, 7 empates e 3 derrotas), com um aproveitamento de 52.08%. Com ele em campo, foram 17 gols a favor (1 marcado por ele) e 11 gols sofridos. Estreou no Clássico em 10/05/1987 na derrota por 1x0 no Estádio Olímpico e seu último foi em 15/07/1990 na vitória por 1x0 no Estádio Beira-Rio.
Seu gol em Clássicos foi no Gre-Nal 286, na sonora goleada por 3x0 no Estádio Olímpico. Valdo entrou a dribles no lado esquerdo da defesa colorada, deu o passe para o meio da área, quase na marca do pênalti onde esta Alfinete, que concluiu de pé direito, forte, no canto direito do goleiro Ademir Maria.
    Após sua passagem pelo Grêmio, Alfinete seguiu a carreira por Atlético-MG, Ituano, Vila Nova e encerrou seu ciclo como jogador no Fluminense. Ao longo da carreira, conquistou títulos importantes como o Bi-Campeonato Paulista pelo Corinthians, Catarinense pelo Joinville, Mineiro e Copa Conmebol pelo Atlético Mineiro e o Goiano pelo Vila Nova. Destacou-se individualmente com duas Bolas de Prata da Revista Placar (1986 e 1988). Após pendurar as chuteiras, iniciou a carreira de treinador no XV de Jaú e passou por mais de 20 clubes no comando técnico, além de investir em uma rede de fast food, mostrando sua versatilidade dentro e fora dos gramados.



Almir



Almir de Souza Fraga
26/03/1969
Porto Alegre-RS
Altura: 1,75 m
Peso: 67 kg
Posição: Ponteiro direito
Estreia: Juventude 1x0 Grêmio (26/05/1987)
Última partida: Caxias 1x1 Grêmio (18/07/1990)
Jogos/gols: 72/10
Títulos: Campeonato Gaúcho (1987, 1988, 1989 e 1990), Copa do Brasil (1989) e Supercopa do Brasil (1990).
    Almir de Souza Fraga iniciou sua trajetória no futebol nas categorias de base do Internacional, ainda aos 12 anos de idade, mas em 1986 transferiu-se para a base do Grêmio. No ano seguinte, foi promovido ao elenco profissional do clube. Atuando como atacante, Almir vestiu a camisa tricolor em 72 partidas oficiais, marcando 10 gols e alcançando uma média de 0,14 gol por jogo. Durante sua passagem pelo Grêmio, participou da conquista de títulos expressivos, como os quatro últimos campeonatos do histórico Hexa-Gaúcho e a Copa do Brasil de 1989.
    Nos clássicos Gre-Nais, Almir estreou em 18 de junho de 1989 (Grenal 300, empate em 0 a 0) e jogou seu último clássico em 29 de novembro do mesmo ano (Grenal 301, derrota por 2 a 0). Seu desempenho pelo Grêmio chamou a atenção nacional e lhe rendeu transferência para o Santos, além de convocações para a Seleção Brasileira.
    Após breve passagem pelo futebol japonês, Almir retornou ao futebol brasileiro. Em 1995, foi contratado pelo São Paulo, onde permaneceu até o fim de 1996. Nesse período, conquistou a Copa Master da Conmebol, sendo o artilheiro da equipe na competição com quatro gols: dois marcados na semifinal (vitória de 7 a 3 sobre o Botafogo) e mais dois na final, selando o título na vitória por 3 a 0 sobre o Atlético Mineiro.
    Além de Santos, Grêmio e São Paulo, Almir também teve passagens por outros grandes clubes brasileiros, como Vasco e Palmeiras, consolidando-se como um atacante de destaque no futebol nacional. Em 1997, Almir de Souza Fraga foi contratado pelo Atlético Mineiro a pedido do técnico Emerson Leão, tendo participado da conquista da Copa Conmebol daquele ano pelo clube alvinegro. No ano seguinte, transferiu-se para o Palmeiras, onde reencontrou o treinador Felipão e conquistou dois importantes títulos: a Copa do Brasil e a Copa Mercosul em 1998. Em 1999, Almir jogou pelo Internacional, inicialmente como reserva, mas conquistando a titularidade após um rodízio entre os atacantes ao longo da temporada.
    Em 2000, atuou pelo Sport Recife, onde foi campeão da Copa do Nordeste e do Campeonato Pernambucano. Nos anos seguintes, passou por diversos clubes do futebol brasileiro, encerrando a carreira em 2001, pelo Ulbra. Apesar da aposentadoria, retornou brevemente aos gramados com passagens pelo União de Mogi, em 2008, e pelo Porto Alegre. Após deixar os campos, Almir iniciou carreira como empresário de atletas em 2007. Em 2011, exerceu a função de auxiliar-técnico no América-SP e, em julho de 2020, assumiu o cargo de coordenador técnico e técnico interino do Esporte Clube Novo Horizonte.



Ademir

 


Ademir Padilha
Nascimento: 06/06/1959
Erechim-RS
Altura: 1,76 m
Peso: 75 kg
Posição: Ponteiro esquerdo
Estreia: Grêmio 1x0 Náutico (27/01/1985)
Última partida: Aimoré 1x1 Grêmio (30/10/1985)
Jogos/gols: 47/6
Títulos: Campeonato Gaúcho e Troféu Palma de Mallorca, ambos em 1985.
Curiosidades: Ademir campeão em 1985 do Troféu Palma de Mallorca na Espanha, contra o Barcelona sendo titular nos 90 minutos. Além da sua história no Grêmio, é tido por muitos como o melhor ponteiro esquerdo da história do futebol catarinense.
Falecimento: 15/07/1998 em Maravilha-SC

Ademir

Ademir Alves Amaral
Nascimento: 31/12/1963
Goiânia-GO
Posição: Zagueiro
Única partida: Brasil-PEL 4x0 Grêmio (03/12/1983)
Jogos/gols: 1/0


Ademir Gaúcho



Ademir Furtado
Nascimento: 25/11/1953
Vera Cruz-RS
Altura: 1,76 m
Posição: Zagueiro
Única partida: Cruzeiro-RS 0x1 Grêmio (16/08/1972)
Jogos/gols: 1/0

    Esta única partida disputada por Ademir Gaúcho aconteceu pelo Campeonato Citadino de 1972. O jogo foi disputado no Estádio Beira-Rio, sendo o jogo preliminar de Internacional x São José.
    O Grêmio do técnico Daltro Menezes entrou em campo com: Rogério, Cláudio Radar, Renato Côgo, Ademir Gaúcho e Domingos; Paulo Sérgio, Ivo Wortmann, Yura, Flecha, Caio e Loivo. O atacante Ivanir, (que começou no banco) fez o gol da vitória do Grêmio aos 39 do segundo tempo naquela quarta-feira à noite.