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Edílson

 



Edílson Mendes Guimarães
Nascimento: 27/07/1986
Nova Esperança-PR
Posição: Lateral direito
Altura: 1,77 m
Peso: 78 kg
Estreia: Avenida 1x3 Grêmio (03/03/2010)
Última partida: Grêmio 1x1 Bahia (16/10/2022)
Jogos/Gols: 150/7
Títulos: Copa Libertadores da América (2017), Copa do Brasil (2016) e Campeonato Gaúcho (2010).

    Edílson iniciou a carreira nas categorias de base do Avaí, mas logo que subiu aos profissionais e assinou contrato de cinco anos, foi defender o Vitória. Após passar por diversos clubes como Atlético-MG, Veranópolis, Ponte Preta, entre outros, chegou ao Grêmio em 2010.
    Foi Campeão Gaúcho no ano de 2010. Marcou seu primeiro gol com a camisa do Grêmio em uma vitória contra o Vitória por 3x0 em Salvador.
    De volta ao Grêmio em 2016, Edílson conquistou a Copa do Brasil, a quinta conquista do Grêmio nesta competição.
    Em 2017, novamente como titular do Grêmio, conquistou o Tri-Campeonato da Copa Libertadores da América tendo contribuição direta na campanha do título: No jogo de ida contra o Barcelona de Guayaquil, Edílson fez um lindo e importante gol de falta na vitória maiúscula por 3x0, resultado que praticamente classificava o Grêmio com tranquilidade.
    No primeiro jogo da final contra o Lanús, foi Edílson quem alçou a bola na área para que Jael escorasse de cabeça e Cícero marcasse o gol da vitória por 1x0 sobre o time argentino, encaminhando o título da Libertadores.
    Na final do Mundial de Clubes contra o Real Madrid (talvez o melhor Real Madrid de todos os tempos), Edílson levou perigo ao time espanhol em uma cobrança de falta, mas infelizmente a bola não entrou.
    Disputou 5 Gre-Nais (2 vitórias, 2 empates e 1 derrota), com um aproveitamento de 53.33%. Com ele em campo, foram 3 gols a favor e 1 gol sofrido. Estreou no Clássico em 25 de abril de 2010 (vitória por 2x0 no Beira-Rio) e seu último clássico foi em 23 de outubro de 2016 (0x0 na Arena).
     Edílson ainda retornou ao Grêmio em 2022, ano em que encerrou sua carreira.
    Por outros clubes, Edílson conquistou os seguintes títulos: Pelo Vitória, Campeonato Baiano de 2005. Pela Ponte Preta, Campeonato Paulista do Interior em 2009. Pelo Botafogo, Taça Guanabara, Taça Rio e Campeonato Carioca em 2013. Pelo Corinthians, Campeonato Brasileiro de 2015 e pelo Cruzeiro, Campeonato Mineiro 2018 e 2019 e Copa do Brasil de 2018.




Éder (Éder Gaúcho)


Éder Guterres Silveira
Nascimento: 07/10/1977
São Borja-RS
Posição: Zagueiro
Altura: 1,88 m 
Peso: 78 kg
Estreia: Grêmio 0x1 Lajeadense (10/09/1994)
Última partida: Atlético-MG 2x0 Grêmio (10/11/1999)
Jogos/gols: 100/6
Títulos: Copa Sul (1999). Campeonato Gaúcho (1995, 1996 e 1999). Troféu Colombino (1997). 
Taça Hang Ching e Copa Ano Novo, ambas na China (1998).

    Éder Gaúcho, como ficou conhecido, foi um zagueiro de boa estatura e técnica refinada, cuja carreira começou no Grêmio. Seu primeiro jogo como profissional pelo clube ocorreu em 1994, permanecendo no elenco até 1999 e participando de várias conquistas durante esse período.
    Em 1997 Éder fez 2 gols em 2 jogos consecutivos, ambos empatados por 1x1 — o primeiro contra o Bragantino, em São Paulo, e na semana seguinte contra o Botafogo, no Estádio Olímpico, partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro. Esses gols garantiram 2 pontos importantes em uma campanha difícil, ajudando a manter o Grêmio na Série A para o ano seguinte.
    No clássico Gre-Nal, Éder participou de 7 confrontos: foram 3 vitórias, 1 empate e 3 derrotas. Com ele em campo, o Grêmio marcou 4 gols e sofreu outros 4. Sua estreia no clássico foi em 23/03/1997, num empate sem gols no Estádio Olímpico, e o último Gre-Nal da carreira ocorreu em 12/09/1999, na vitória por 1x0 também no Olímpico — gol de Zé Alcino, ex-Internacional.
    Após o período no Grêmio, Éder transferiu-se para o futebol europeu em 1999, defendendo a equipe portuguesa do União Leiria por três temporadas. Seguiu carreira em outros clubes: Boavista (Portugal), Terek Grozny (Rússia) e retornou ao Brasil em 2007 para atuar pelo Sertãozinho. Novamente em 2007, voltou ao União Leiria em Portugal. Em 2008, foi para o Al Nassr, da Arábia Saudita. Em 2010, jogou pelo Al Sharjah, dos Emirados Árabes, e ainda naquele ano transferiu-se para o Baniyas, também dos Emirados. Em 2011 chegou ao Ypiranga-RS, onde encerrou a carreira.
    Defendeu a seleção brasileira sub-20 no Campeonato Mundial Juvenil de 1997, disputado na Malásia. O Brasil foi eliminado nas quartas de final, mas Éder registrou destaque ao marcar na goleada por 10 a 0 contra a Bélgica, nas oitavas de final.
    Desde 2018 Éder é CEO da Transfer Soccer Group, empresa que agencia a carreira de jogadores de futebol.



Emerson

 


Emerson Ferreira da Rosa
Nascimento: 04/04/1976
Pelotas-RS
Altura:1,82m
Peso: 74kg
Posição: Volante e Meia
Estreia: Esportivo 1x0 Grêmio (10/06/1993)
Última partida: Internacional 1x0 Grêmio (02/07/1997)
Jogos/gols: 160/25
Títulos: Copa do Brasil em 1994 e 1997 (ambas de forma invicta), Campeonato Gaúcho em 1995 e 1996, Libertadores da América em 1995, Recopa Sul-Americana e Campeonato Brasileiro (ambos em 1996). Também venceu a Copa Renner e o Troféu Agrupación de Peñas Valencianas (os dois títulos em 1996), totalizando 9 conquistas.

       Emerson surgiu como um ótimo meia (que também atuou como volante), habilidoso, extremamente técnico e versátil. Subiu da base do Grêmio em 1993. Seu primeiro jogo pelo Tricolor foi em 10/06/1993, Esportivo 1x0 Grêmio pelo Gauchão. No início de 1995 sofreu uma grave lesão que o afastou dos gramados por cerca de 8 meses. 
    Participou dos grandes títulos com o icônico time dirigido por Felipão. Venceu a Copa do Brasil em 1994 e 1997 (ambas de forma invicta), Campeonato Gaúcho em 1995 e 1996, Libertadores da América em 1995, Recopa Sul-Americana e Campeonato Brasileiro (ambos em 1996). Também venceu a Copa Renner e o Troféu Agrupación de Peñas Valencianas (os dois títulos em 1996), totalizando 9 conquistas. Jogou 160 jogos pelo Grêmio, marcando 25 gols.
       Emerson disputou 7 Gre-Nais (2 vitórias, 3 empates e 2 derrotas). Foram 6 gols a favor (nenhum marcado por ele) e 6 gols sofridos. Estreou no Clássico em 12/06/1994 e seu último Gre-Nal foi em 02/07/1997. Este foi seu último jogo com a camisa do Grêmio.


       Com a venda de Arílson para o Kaiserslautern, o garoto de 20 anos assumiu a meia e cresceu na campanha do Brasileirão de 1996. Teve papel fundamental na conquista tricolor, especialmente na reta final, como o homem incansável que também aparecia com força no apoio ao ataque. Balançou as redes cinco vezes, incluindo nas quartas de final contra o Palmeiras e nas semifinais diante do Goiás. Não à toa, atraiu o interesse do Bayer Leverkusen, vendido em 1997 e passou a frequentar as convocações da Seleção a partir de setembro daquele
       No Bayern ficou até 2000 quando foi para a Roma. No time italiano ficou até 2004, ano em que foi transferido para a Juventus. Na Juve jogou até 2006 e foi jogar no grandioso Real Madrid e em 2007 voltou para a Itália, porém para o Milan. Em 2009 voltou ao Brasil, mais precisamente para o Santos. Três meses depois, precisou fazer uma cirurgia e resolveu encerrar a carreira.
       Em 2012 Emerson foi auxiliar técnico de Vanderlei Luxemburgo no Grêmio. Em 2015 Emerson retomou brevemente a carreira de jogador no Miami Dade, onde definitivamente parou de jogar e passou a ser diretor executivo do clube.
       Nos 12 anos em que permaneceu na Europa, Emerson conquistou a Serie A 2000-01 e a Supercopa da Itália de 2001 pela Roma. Pelo Real Madri foi campeão da La Liga em 2006-07. No Milan foi campeão da Supercopa da UEFA e do Mundial de Clubes (ambos em 2007).
       Pela Seleção Brasileira, Emerson jogou 75 partidas e marcou 6 gols. Seria o capitão da Seleção na Copa do Mundo de 2002, mas foi cortado por lesão. Disputou as Copas de 1998 e 2006. Conquistou a Copa América de 1999 e a Copa da Confederações FIFA de 2005. 
       O meia revelado pelo Grêmio acabou recuado com o tempo, mas manteve a qualidade técnica. Se não usava mais sua habilidade para criar chances no ataque, o mantinha para garantir uma ótima saída de bola e realizar desarmes limpos. Assim, se tornou um dos melhores de sua posição.
       Emerson aplicou parte do que ganhou enquanto esteve nos gramados em imóveis, nas cidades de Roma, Porto Alegre e Pelotas. Abriu o Centro de Treinamento do Emerson, no bairro Fragatas, em Pelotas. Em 2010, durante a Copa do Mundo da África do Sul, foi um dos comentaristas da Rede Bandeirantes de Televisão, trabalhando no programa criado pela emissora do Morumbi, o Band Mania, apresentado por Milton Neves. Emerson participou da atração dividindo a bancada com Denílson (ex-São Paulo e Bétis da Espanha) e Vampeta.  O mais quieto dos três ex-jogadores, Emerson ganhou até uma vinheta no programa: "Deixa o Emerson falar!!!"
       Desde 2011, o Puma, como Emerson ficou conhecido, está na Calçada da Fama do Grêmio, na Esplanada da Arena.
       Atualmente Emerson tem uma agência de consultoria para atletas.

Edinho

 


Edino Nazareth Filho
Nascimento: 05/06/1955
Rio de Janeiro-RJ
Altura:1,80m
Peso: 75kg
Posição: Zagueiro
Estreia: Glória x Grêmio (30/04/1989)
Última partida: Boca Juniors 2x0 Grêmio (16/11/1989)
Jogos/gols: 35/4
Títulos: Campeonato Gaúcho e Copa do Brasil (1989)

       Edinho, um ótimo zagueiro, de vigor físico e raça. Se entregava em todos os jogos, sempre saindo com a bola dominada nos pés, em arrancadas que levavam seu time ao contra-ataque. Foi revelado pelo Fluminense em 1975. 
       Excelente batedor de faltas, foi o autor do gol que deu o título do Campeonato Carioca de 1980, na final contra o Vasco da Gama. Após 5 anos na base mais 7 anos como profissional do time carioca, foi para a Udinese em 1982, onde permaneceu até 1987 quando voltou ao Brasil, desta vez para jogar no Flamengo. Em 1988 retornou ao Fluminense onde atuou até 1989, ano em que chegou ao Grêmio.
       Foi o capitão da conquista da inédita Copa do Brasil, conquistada de forma invicta pelo Grêmio, num time que ainda contava com o Campeão Mundial Mazaropi, Cuca e a jovem revelação Assis. O fato de Edinho ter sido o capitão, garantiu a ele fazer parte da Calçada da Fama. A homenagem foi concedida em 1996. 
       Sua estreia pelo Grêmio foi no dia 30/04/1989 na vitória do Grêmio sobre o Glória em Vacaria. Edinho venceu o Campeonato Gaúcho (o penta daquela série do hexa) e também a Copa do Brasil (ambos em 1989). Fez 35 jogos pelo Grêmio, marcando 4 gols. Disputou apenas 1 Gre-Nal, dia 18/06/1989 no empate em 0x0 no Estádio Olímpico. Seu último jogo pelo Grêmio foi na derrota para o Boca Juniors por 2x0 em 16/11/1989.
       Na Seleção Principal, disputou as Copas do Mundo de 1978, 82 e 86. Encerrou sua carreira na Seleção após a derrota para a França na Copa de 1986, totalizando 87 partidas com a camisa do Brasil, das quais 28 foram pela Seleção Olímpica, e 59 pela Seleção Principal, onde marcou 3 gols. Foi medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos da Cidade do México em 1975.
Pelo Fluminense foi campeão carioca em 1975, 1976 e 1980. Taça Guanabara 1975, Viña del Mar (1976), Teresa Herrera (1977), entre outros títulos.
       Pela Udinese conquistou o Torneio Quadrangular de Udine (1983). Pelo Flamengo, foi campeão brasileiro em 1987, Copa Kirin e Troféu Colombino (1988), entre outros.
Foi Bola de Prata da Revista PLACAR em 1982.


       Depois de ser campeão pelo Grêmio em 1989, Edinho ainda atuou pelo Toronto Blizzard (Canadá), onde encerrou a carreira de jogador em 1991.
Sua carreira de técnico começou ainda em 1991 treinando o Fluminense, clube onde começou sua jornada aos 13 anos em 1969.
       Edinho foi técnico de diversos clubes brasileiros (Fluminense, Botafogo, Flamengo, Goiás, Bahia, Vitória, entre outros). Também teve uma passagem pelo Marítimo, de Portugal.
       Em 1998 foi técnico do Grêmio. Foi uma breve passagem, apenas 2 meses e 9 jogos. Sua estreia foi dia 03/06/1998 no empate de 1x1 com o Vasco no Olímpico e seu último jogo foi na derrota para o Atlético-MG por 3x2 em 02/08/1998.
       Após ser jogador, treinador e comentarista, Edinho passou a atuar na área administrativa de futebol. Atualmente, o "eterno atleta" como ele se auto denomina, tem se aventurado como ciclista. Até a primeira quinzena de dezembro de 2023, o ex-zagueiro já somava mais de 400 horas pedalando e quase 6.500 km rodados no ano.

Everaldo



Everaldo Marques da Silva
11/09/1944, Porto Alegre-RS
Altura: 1,78 m
Peso: 73 kg
Posição: Lateral esquerdo
Estreia: Grêmio 2x0 Seleção Gaúcha (18/11/1962)
Último jogo: Grêmio 0 x 0 Esportivo​ (08/09/1974)
Jogos: 373
Gols: 2
Títulos: Campeonato Gaúcho (1966, 1967 e 1968).​

    Everaldo Marques da Silva é um dos jogadores mais emblemáticos da história do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Sua trajetória no clube começou muito cedo, quando ingressou nas categorias de base em 1957. Demonstrando talento e dedicação, Everaldo galgou seu espaço até o time principal. Em 1964, foi emprestado ao Juventude, experiência que ajudou a consolidar sua formação como atleta. Retornou ao Grêmio em 1966, iniciando então uma sequência de atuações que o tornariam referência na lateral esquerda.
    Pelo time tricolor, Everaldo disputou entre 364 e 374 partidas, marcando 2 gols. Sua principal característica era a eficiência defensiva e o senso tático apurado, qualidades que renderam confiança ao sistema defensivo gremista. Entre suas conquistas, destaca-se o tricampeonato gaúcho, vencendo o estadual em 1966, 1967 e 1968, períodos em que o Grêmio consolidou sua hegemonia no Rio Grande do Sul.
    O legado de Everaldo transcende as fronteiras do clube: Defendeu a seleção brasileira entre 1967 e 1972 e foi titular no histórico time que venceu a Copa do Mundo de 1970. 
Foi o primeiro atleta de um clube gaúcho a conquistar uma Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, feito que motivou o surgimento da estrela dourada na bandeira do Grêmio, eternizando sua conquista e sua representatividade. 





    Após conquistar a Copa do Mundo, Everaldo acreditava que prosperaria financeiramente, principalmente se o presidente Médici cumprisse a promessa de lhe conceder uma licença para explorar a Loteria Esportiva. Segundo seus cálculos da época, a loja poderia vender Cr$ 100.000 em apostas por mês, garantindo uma porcentagem mensal de Cr$ 9.000. Contudo, Everaldo logo percebeu que muitas das homenagens eram formas de publicidade, com presentes que retornavam em benefício maior para quem os oferecia. Aprendendo com a experiência, determinou que apenas seu agente trataria de participações e contratos para proteger o uso de sua imagem.
    Mesmo rodeado de fãs e convites, Everaldo passou a valorizar sua imagem e a seguir exemplos profissionais como o de Pelé, recusando propostas gratuitas de empresas e instituições. Sua renda foi ampliada ao tornar-se cronista esportivo, recebendo Cr$ 100 por artigo (valores da época) e Cr$ 3.000 pela série de 30 textos publicados. O jogador também ganhou presentes expressivos e simbólicos, como um cheque de Cr$ 25.000 e uma caderneta de poupança de Cr$ 5.000 do governo federal, além de carros, eletrodomésticos, roupas, troféus e títulos honorários, ainda que alguns desses prêmios nunca chegassem a ser entregues.*Os valores citados são da moeda utilizada na época.
    Além de referência histórica para o clube, Everaldo está imortalizado como símbolo de dedicação, conquistas e excelência defensiva, justificando o respeito e a admiração que recebe das gerações de torcedores e atletas tricolores. Por toda esta importância, Everaldo é atleta laureado do Clube.
    Sua carreira, marcada pelo comprometimento e pela paixão ao Grêmio, fez de Everaldo não apenas um campeão, mas uma verdadeira lenda do futebol brasileiro e do esporte gaúcho.
Everaldo faleceu em 27 de outubro de 1974, durante uma viagem de retorno a Porto Alegre após participar de eventos e um jogo festivo de veteranos do Grêmio em sua homenagem, acompanhando seis familiares em seu Dodge Dart, presente pela conquista do tri mundial. Após se despedir de um amigo na BR-290, seu carro se envolveu em um acidente com um caminhão, atribuído à imprudência e condições precárias de segurança da época. Everaldo, sua esposa Cleci e posteriormente a filha Deise, de dois anos, e a irmã Romilda morreram em decorrência do acidente, marcado por profunda tragédia familiar e tristeza entre amigos e admiradores.

No link a seguir há uma matéria interessante sobre o jogador: https://acesse.one/fXdqr