Nascimento: 07/09/1950
Rio de Janeiro-RJ
Altura: 1,72 m
Peso: 70 kg
Posição: Meio-campo
Estreia: Grêmio 2x0 Novo Hamburgo (12/10/1983)
Última partida: Grêmio 2x1 Hamburgo (11/12/1983)
Jogos/gols: 11/2
Títulos: Mundial de Clubes e Copa Los Angeles (1983)
Falecimento: 28/11/2016 em La Unión, Colômbia.
Rio de Janeiro-RJ
Altura: 1,72 m
Peso: 70 kg
Posição: Meio-campo
Estreia: Grêmio 2x0 Novo Hamburgo (12/10/1983)
Última partida: Grêmio 2x1 Hamburgo (11/12/1983)
Jogos/gols: 11/2
Títulos: Mundial de Clubes e Copa Los Angeles (1983)
Falecimento: 28/11/2016 em La Unión, Colômbia.
Mário Sérgio Pontes de Paiva foi um dos jogadores mais carismáticos e inteligentes do futebol brasileiro, reconhecido por sua elegância em campo e visão de jogo apurada. Nascido em 7 de setembro de 1950, no Rio de Janeiro, ele iniciou sua trajetória esportiva no futsal do Fluminense, onde jogou por sete anos antes de se dedicar, por um breve período, à carreira de processador de dados. Em 1968, incentivado por amigos, realizou testes no Flamengo e foi aprovado para as categorias de base, superando críticas ao seu estilo individualista, herdado do futsal. Logo no segundo ano conquistou o Campeonato Carioca de Aspirantes e, em 1970, foi promovido ao time profissional.
No Grêmio, sua história ficou eternizada em um dos capítulos mais gloriosos do clube. Foi contratado especificamente para a disputa do Mundial de Clubes em 1983, por indicação do técnico Valdir Espinosa. A negociação para tirá-lo da Ponte Preta foi difícil e envolveu o pagamento de Cr$ 200 milhões (equivalente a R$ 730 mil), mas o Grêmio conseguiu trazê-lo ao Estádio Olímpico. Depois dele, ainda desembarcaria outro atleta experiente para reforçar o meio-campo tricolor: Paulo César Caju. Após um período de adaptação, ambos foram titulares na vitória histórica de 2 a 1 sobre o Hamburgo.
Foi no Mundial, realizado em Tóquio, que Mário Sérgio viveu o maior momento de sua carreira: Teve atuação decisiva na final contra o Hamburgo, sendo citado como ‘Homem do Jogo’ pela Rádio Guaíba, junto de Renato Portaluppi. A final marcou não só sua contribuição técnica, mas também seu reconhecimento como líder no vestiário. “- Foi a maior partida que eu joguei na minha vida, a decisão do Mundial em Tóquio pelo Grêmio. Foi o dia que eu estava super inspirado. Eu tenho a gravação dos meus melhores momentos nesta partida. Me dá mais orgulho que o título. Eu já estava com 33 anos, em fase final de carreira, pensando em parar - declarou, em entrevista à revista Trip.”
Apesar da atuação decisiva, Mário Sérgio não permaneceu no Grêmio após a conquista, não teve sua contratação efetivada além da competição, retornando posteriormente ao Internacional, onde foi homenageado com a faixa de Campeão de Mundo justamente no Gre-Nal conhecido como Gre-Nal da Entrega das Faixas.
Pelo Grêmio, o único Gre-Nal disputado por Mário Sérgio aconteceu em 02/11/1983, terminado em 0x0 no Estádio Olímpico.
Sua carreira foi marcada por passagens por clubes como Vitória, Fluminense, Botafogo, Rosario Central, Internacional, São Paulo, Ponte Preta, Palmeiras, Botafogo-SP, Bellinzona (Suíça) e Bahia. Pela Seleção Brasileira, atuou em sete partidas entre 1981 e 1985.
Ao longo da carreira, Mário Sério ganhou os seguintes títulos: Taça Guanabara (1970), Campeonato Baiano (1972), Campeonato Carioca (1975), Taça Guanabara (1975), Campeonato Brasileiro (1979), Torneio Heleno Nunes (1984), Campeonato Paulista (1981) Mundial de Clubes (1983), Copa Los Angeles (1983). Ganhou a Bola de Prata da Revista PLACAR 4 vezes (1973, 1974, 1980 e 1981).
Aposentado, voltou a trabalhar nos times da capital gaúcha. No Grêmio, em 2005, como diretor, no Inter, em 2009, como técnico. Depois passou a exercer a profissão de comentarista, até morrer, sendo uma das 71 vítimas do acidente com o avião da Chapecoense, em 2016.
Atualmente, quem frequenta as áreas de imprensa da Arena e Beira-Rio se depara com seu rosto estampado em placas que homenageiam seu nome: Mário Sérgio Pontes de Paiva.
Sua passagem pelo Grêmio, embora breve, foi fundamental e muito valorizada no clube e entre seus torcedores. Mário Sérgio será sempre lembrado como um dos heróis da conquista mundial do Tricolor Gaúcho, tendo vivido em Tóquio a maior partida de sua vida.
Sua carreira foi marcada por passagens por clubes como Vitória, Fluminense, Botafogo, Rosario Central, Internacional, São Paulo, Ponte Preta, Palmeiras, Botafogo-SP, Bellinzona (Suíça) e Bahia. Pela Seleção Brasileira, atuou em sete partidas entre 1981 e 1985.
Ao longo da carreira, Mário Sério ganhou os seguintes títulos: Taça Guanabara (1970), Campeonato Baiano (1972), Campeonato Carioca (1975), Taça Guanabara (1975), Campeonato Brasileiro (1979), Torneio Heleno Nunes (1984), Campeonato Paulista (1981) Mundial de Clubes (1983), Copa Los Angeles (1983). Ganhou a Bola de Prata da Revista PLACAR 4 vezes (1973, 1974, 1980 e 1981).
Aposentado, voltou a trabalhar nos times da capital gaúcha. No Grêmio, em 2005, como diretor, no Inter, em 2009, como técnico. Depois passou a exercer a profissão de comentarista, até morrer, sendo uma das 71 vítimas do acidente com o avião da Chapecoense, em 2016.
Atualmente, quem frequenta as áreas de imprensa da Arena e Beira-Rio se depara com seu rosto estampado em placas que homenageiam seu nome: Mário Sérgio Pontes de Paiva.
Sua passagem pelo Grêmio, embora breve, foi fundamental e muito valorizada no clube e entre seus torcedores. Mário Sérgio será sempre lembrado como um dos heróis da conquista mundial do Tricolor Gaúcho, tendo vivido em Tóquio a maior partida de sua vida.
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