Dinho

 
Dinho, volante multi-campeão pelo Tricolor na década de 90.


Edi Wilson José dos Santos
Nascimento: 15/10/1966
Neópolis-SE
Altura: 1,77m
Peso: 76kg
Posição: Volante
Estreia: Grêmio 4x0 Esportivo (01/02/1995)
Última partida: Fluminense 0x2 Grêmio (08/11/1997)
Jogos/gols: 149/25
Títulos: Libertadores da América e Campeonato Gaúcho (1995), Recopa Sul-Americana, Campeonato Gaúcho e Campeonato Brasileiro (1996) e a Copa do Brasil (1997), este último de forma invicta.

       Iniciou sua carreira de atleta em 1985, no Confiança, clube da cidade de Aracaju. Em 1986, foi campeão sergipano e depois se transferiu para o Sport, onde sagrou-se campeão brasileiro em 1987 e campeão pernambucano em 1988 e 1990. 
       No início da década de 1990, atuou brevemente no futebol espanhol pelo time do Deportivo La Coruña. Em 1992, chegou ao São Paulo, clube em que conquistou dois títulos da Libertadores da América e dois Mundiais Interclubes, em 1992 e 1993. Segundo o "Almanaque do São Paulo", de Alexandre da Costa, o volante disputou 113 jogos pelo time são-paulino e marcou 12 gols.
       Foi negociado com o Santos, em 1994. Após uma breve passagem, foi contratado pelo Grêmio no mesmo ano.
       O jogador se adaptou rapidamente ao clube gaúcho. No Tricolor, venceu a Libertadores da América e o Campeonato Gaúcho (1995), Recopa Sul-Americana, Campeonato Gaúcho e Campeonato Brasileiro (1996) e a Copa do Brasil (1997), de forma invicta. Um fato interessante marcou sua passagem pelo clube: nos minutos finais da decisão contra a Portuguesa em 1996 o Grêmio vencia por 1x0 e precisava fazer o segundo gol para confirmar o título. Dinho chegou próximo ao técnico Luiz Felipe Scolari e pediu para ser substituído pelo Aílton. Felipão atendeu ao pedido, Aílton fez o gol e o Grêmio sagrou-se Bi-Campeão Brasileiro. Dinho também era conhecido como "O Cangaceiro dos Pampas", por causa de suas chegadas duras. É considerado pela maioria dos gremistas como um dos melhores jogadores que já passaram pelo Grêmio, sendo fundamental na conquista da Libertadores da América.  


       Em 1998, foi para o América Mineiro. Encerrou sua trajetória como jogador profissional no Novo Hamburgo, no ano de 2002.
       Após pendurar as chuteiras, não abandonou o futebol e virou treinador. Na temporada 2006 inicia como treinador, no Luverdense, equipe do Mato Grosso onde ficou até maio do mesmo ano.
       Em 2008, ele assumiu o comando das categorias de base do Grêmio de Porto Alegre.
Assim como seus ex-colegas de Grêmio Danrlei e Jardel, Dinho decidiu apostar na política. No pleito de 2012, tentou uma cadeira na Câmara Municipal de Porto Alegre, pelo DEM, não sendo eleito diretamente. Assumiu como suplente de vereador em julho de 2013, no lugar de Reginaldo Pujol, que tirou alguns dias de licença da Câmara para tratamento de saúde.
Em 2014, concorreu ao cargo de deputado estadual no Rio Grande do Sul, dessa vez pelo PRB mas  não foi eleito.
       Passado o pleito de 2014, assumiu uma vaga de vereador na Câmara de Porto Alegre, no lugar de Any Ortiz (PPS, partido da mesma coalizão do PRB), a qual foi eleita deputada estadual.
Retornou ao DEM para tentar a reeleição em 2016, no mesmo partido que o elegeu vereador em 2012.
       Dinho escolheu Capão da Canoa-RS para viver.

Nenhum comentário:

Postar um comentário